Plano de Negócio: O Que É, Para Que Serve e Estrutura (incl. VIDEO)

O Plano de Negócio é uma ferramenta fundamental para qualquer empreendedor que queira abrir sua empresa própria.

No vídeo abaixo, falo mais longamente da Estrutura de um Plano de Negócio, quais estratégias de marketing devem ser pensadas e como se deve estruturar o estudo financeiro do projeto.

Nos próximos meses, lançarei a 3a Edição revisada do meu e-Book sobre Plano de Negócios. Será um material para o leitor ter em mãos seu plano de negócio pronto quando acabar a leitura. Aguarde o lançamento em breve!

Em um resumo bem simples, o Plano de Negócio (ou Business Plan) é um estudo das estratégias de mercado e planejamento financeiro que o empreendedor deve desenvolver para realmente “pensar” seu negócio profundamente, antes de comprometer seu capital neste investimento.

Uma empresa bem pensada, bem planejada tem uma chance muito maior de ser bem sucedida, pois seu dia-a-dia passa a ser ancorado em um estudo estratégico prévio, maior e mais abrangente. Desta forma a empresa não desvia o rumo, mantém seu foco e tem mais sucesso.

O Plano de Negócio também pode ser desenvolvido para uma empresa existente reavaliar suas estratégias de mercado e planejamento financeiro. Para empresas existentes costumamos denominar “planejamento estratégico”. É desta forma que trabalhamos no Programa de Reestruturação de Empresas afetadas pelo COVID-19.

Como Fazer um Plano de Negócio?

O Plano de Negócio é estruturado em duas grandes partes. As Estratégias de Marketing e o Planejamento Financeiro

Estratégia de Marketing do Plano de Negócio

Estratégia de Marketing do Plano de Negócio

A estratégia de marketing (ou plano de marketing) descreve a FORMA como a empresa irá atuar no mercado que escolheu. Esta estratégia é composta por:

  • Estratégia de Produto ou Serviço (descrição, produção, custo de produção, estrutura, máquinário, estoque);
  • Estratégia de Preço (preço de lançamento, margens de lucro, preço final ao consumidor, etc);
  • Estratégia de Distribuição (entrega, canais de vendas, pontos de venda, etc)
  • Estratégia de Promoção (divulgação, marketing digital, promoções, captação de clientes, etc)

Planejamento Financeiro do Plano de Negócio

Planejamento Financeiro do Plano de Negócio

  • Investimento Fixo (máquinas, equipamentos, reformas, veículos, móveis, computadores, etc);
  • Dimensionamento dos Custos Fixos (Salários, aluguel, água, luz, internet, contabilidade, outros serviços);
  • Dimensionamento dos Custos Variáveis (Custo do Produto Vendido, Custo da Mercadoria Vendida, mão-de-obra direta, rateio de custos, custos unitários, comissões, outros);
  • Projeção de Vendas (curva de crescimento inicial, capacidade máxima operação, objetivo de mercado)
  • Projeção de Lucros e Prejuízos
  • Dimensionamento da Necessidade de Capital de Giro
  • Fluxo de Caixa Projetado
  • Valor do Negócio (Valuation)
  • ROI (Retorno do Investimento), TIR (Taxa Interna de Retorno)

Empresa é INVESTIMENTO, não EMPREGO

Embora muitas pessoas estejam partindo para seu negócio próprio pela dificuldade de recolocação no mercado, não se pode abrir uma empresa apenas pensando em ter um emprego, ganhar para viver.

A empresa é um meio pelo qual o empreendedor investe o seu dinheiro

Veja como pensam os investidores profissionais, aqueles que investem dinheiro na sua empresa, mas não irão trabalhar nela.

Se ele for investir, por exemplo, R$ 100.000 reais na sua empresa, a “conta” que ele faz é:

  •  R$ 100.000 reais no banco me rendem R$ X,XX reais por mês sem risco.
  • R$ 100.000 reais nesta empresa PODEM me render R$ Y,YY, COM risco.

Se Y,YY for BEM MAIOR do que X,XX, ele se dispõe a conversar.

Se você vai investir 10, 20, 50 mil em sua própria empresa e tem uma perspectiva de ganhar mais do que se este dinheiro estivesse rendendo no banco, então você faz certo.

E o ganho pessoal do empreendedor deve vir do LUCRO da empresa e não de:

  • pro-labore excessivo, que aumenta muito os custos da empresa e diminuem sua capacidade de crescimento
  • uso do dinheiro da empresa para pagamento de despesas pessoais (escola, aluguel, alimentação, etc).

O padrão de vida do empresário deve ser resultado do LUCRO da empresa e não adaptando o pro-labore ao padrão de vida desejado por ele. Ele não pode ser “rico” e a empresa “pobre”.

A forma mais correta de apropriação dos lucros pelo empreendedor é com apurações no mínimo trimestrais, que diminui o efeito de sazonalidades, gastos não-recorrentes.

A Importância do Fluxo de Caixa

Empresas quebram por causa do Fluxo de Caixa. Não por causa de prejuízos. Aliás, empresas podem ter prejuízo e não quebrarem. E podem ir à falência mesmo tendo lucros. Como pode isso?

O Fluxo de Caixa trata da dinâmica de entrada e saída do dinheiro de uma empresa. Explicando:

  • O dinheiro da venda de hoje, entrará no futuro (parcelamento, cartão de crédito, boleto, etc);
  • O dinheiro que está entrando hoje, vem de vendas passadas (parceladas, cartão de crédito, boletos, etc);
  • A conta a pagar de hoje foi tomada no passado (compra de produtos ou serviços a prazo)

Sendo assim, o Lucro de um mês = Vendas – Despesas não é necessariamente o dinheiro que a empresa terá no fim do mês.

O saldo que a empresa terá, é o Fluxo de Caixa projetado. Desta forma, uma empresa pode ter tido “lucro no papel” de R$ 20.000,00, mas se ela não recebeu boa parte das vendas à vista, ela pode acabar com saldo negativo de – R$ 5.000,00 reais, por exemplo. Acúmulos de saldos negativos, levam a empresa à falência mesmo que, no papel, ela tenha lucros acumulados positivos.

Veja este artigo (com vídeo), em que trato mais detalhadamente do Fluxo de Caixa.

O que é o Fluxo de Caixa: 2 Exemplos de Empresas (VÍDEO)

As ações do Plano de Marketing devem estar refletidas financeiramente no Planejamento Financeiro. E os números do financeiro devem estar alinhados com as estratégias projetadas no negócio.

Quer desenvolver seu Plano de Negócio e colocar sua ideia no papel? Entre em contato comigo. Acesse www.cesarnc.com.br/plano-de-negocio.html

 

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Startup: Parcerias com Empresas Tradicionais para Inovação Rápida

Startup para inovação de empresa tradicional

Mais e mais as empresas da economia tradicional devem buscar parceria com startup, para absorver inovações que resultam em melhoria de processos, redução de custos e aumento de competitividade.

Por “inovação aberta” (ou Open Innovation) entendemos o conceito de empresas da economia tradicional buscando soluções inovadoras em outras empresas, como startups, ao invés de investirem pesadamente em Pesquisa e Desenvolvimento interno.

Mais e mais o P&D vem perdendo espaço dentro das empresas por ser um grande consumidor de capital de longo prazo, com nível de retorno (ROI) incerto. Já era assim antes e esta incerteza aumentou muito nos últimos tempos, pois soluções inovadoras concorrentes podem surgir rapidamente e inviabilizar a solução interna de uma empresa.

Neste artigo que publiquei em 23.04, falo um pouco de algumas vantagens da parceria empresa x startup para redução de custos e gestão financeira mais barata.

Também desenvolvo, junto com outros 2 consultores, um programa de Reestruturação de Empresas afetadas pela crise do coronavírus. Neste programa, a busca por soluções para a reestruturação passa pela parceria com startups, que resultem em aumento da rentabilidade da empresa. Conheça: www.reestruturaempresa.com.br

Startup, Inovação, Economia Tradicional

Startup e Novas Tecnologias para as Empresas Tradicionais

Inovação, hoje em dia, não trata mais da “criação de produtos inovadores” apenas.

Uma empresa pode se beneficiar de inovações em processos, por exemplo, que pouco alteram seus produtos finais, mas aumentam consideravelmente a produtividade e reduzem custos de produção.

E inovação de processo não trata apenas de etapas de produção industrial, mas processos de forma geral. Inovações que impactam em otimização de compras, vendas, entregas, administração e finanças também trazem redução de custos, maximização de lucros e aumentam as vantagens competitivas das empresas.

Um exemplo do que está por vir no processo de COMPRAS é da Startup KIKKER, que se utiliza de Inteligência Artificial para gerar compras otimizadas para hipermercados, que normalmente compram e vendem milhares de produtos.

Saber o que comprar, quando comprar, por que preço e qual quantidade comprar é um desafio constante para empresas deste porte.

Outro fator relevante em Inovação é que uma startup de tecnologia normalmente “escolhe um problema para resolver”. Mas não significa que esta tecnologia não possa ser adaptada e utilizada por outros clientes.

Uma ferramente de otimização de compras deve ser de interesse de diversas indústrias que compram ou consomem grandes quantidades de itens.

O empresário deve estar atento às soluções inovadoras já existentes e incorporá-las como inovação em suas empresas.

Os Problemas e Oportunidades no Ambiente de Inovação Atual

Situemos aqui o assunto Inovação e seus impactos em empresas brasileiras, de capital familiar, geridas por seus proprietários e, não incomum, empresas já com décadas de tradição, com entre R$ 100 milhões e R$ 300 milhões anuais.

No ambiente de inovação, percebemos que, na empresa tradicional:

Empresas Tradicionais buscam soluções em inovação

  • Gestores não sabem como as novas tecnologias afetarão seus negócios no curto, médio e longo prazos;
  • Gestores não sabem que podem se beneficiar de inovações tecnológicas que já estão acessíveis através de uma startup. Ou mais de uma;
  • Gestores não sabem como acessar inovações tecnológicas, seja através de startup ou centro de pesquisa, Universidades, etc.

Do lado das startups:

Startup não tem recurso para busca de mercados

  • Empreendedores têm dificuldade para acessar negócios diretamente com empresas;
  • Empreendedores não têm recursos para fazerem desenvolvimentos para empresas de diferentes ramos
  • Empreendedores não sabem qual modelo de negócio adotar para suas startups;
  • Empreendedores estão sempre descapitalizados, necessitando fechar negócios simplesmente para manterem a startup de portas aberta.

A empresa tradicional vem se desenvolvendo por décadas com:

  • a absorção de melhorias em seus processos, normalmente com atualização de maquinários;
  • desenvolvimento de novos produtos para acompanhar a evolução do mercado, isto é, se adaptando aos novos produtos oferecidos por empresas concorrentes;
  • melhorias de produtos para atenderem novas necessidades de seus clientes;
  • atualizações de ferramentas de gestão, com utilização de computadores e sistemas de gestão que vêm aparecendo com o tempo.

Todas estas evoluções são em resposta a evoluções dos tempos. Absorção de novas tecnologias, sem ruptura do “core business” da empresa.

Esta empresa (talvez não saiba) mas pode estar condenada no médio ou longo prazo pela chegada de alguma inovação que seja DISRUPTIVA, ou seja, que simplesmente torne os produtos ou serviços da empresa obsoleta ou inviável.

Talvez pareça uma declaração muito drástica, mas veja o que aconteceu com a indústria do Táxi.

Táxis evoluíam apenas com a evolução dos carros. Carros melhores, serviços melhores. Certamente a formação de cooperativas que “otimizavam” o tempo de resposta dos táxis através de centrais telefônicas e rádios, também foram uma evolução interessante.

A chegada de empresas como a Uber foi uma evolução DISRUPTIVA no setor dos táxis.

Veja que a tecnologia para a criação de uma rede de táxis por aplicativo já existia, mas não foi percebida ou utilizada pelos mais interessados, os táxis.

Foi então utilizada pela Uber para romper com uma indústria centenária em todo o mundo. Milhares de motoristas de táxi se viram com queda de faturamento, trocaram pelos aplicativos ou até deixaram de atuar na área.

O que te garante que a sua indústria não está sob o risco iminente da entrada de uma inovação que romperá completamente seu ramo de atuação.

Esta consideração deve estar na cabeça da alta diretoria das empresas.

Trazendo a Inovação para a Empresa Tradicional

Empresa tradicional e startup

Adquiri bastante familiaridade com o ecossistema de startups de Campinas, nos últimos anos, participando de workshops e eventos com apresentação de empresas, aceleradoras, investidores, etc. Sempre com meu olhar de “consultor empresarial“, claro.

As empresas tradicionais devem ser pró-ativas na busca de soluções de tecnologia já existentes, seja pela simples “compra do serviço” da startup, seja para desenvolvimentos em conjunto mais profundos.

Há diversas fontes de informação de fácil acesso através de buscas no Google.

Quer saber mais sobre o assunto e começar a investigar as oportunidades de inovação em sua empresa, entre em contato comigo, acessando www.cesarnc.com.br.

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O que é o Fluxo de Caixa: 2 Exemplos de Empresas (VÍDEO)

A gestão do Fluxo de Caixa permite que a empresa saiba quanto terá de dinheiro em uma data futura. Seja uma semana, um mês ou até um ano. Esta projeção garante que sua empresa fique sempre saudável.

No vídeo abaixo eu explico um pouco o conceito do fluxo de caixa e apresento dois exemplos de gestão de fluxo de caixa de empresas com caraterísticas diferentes: Uma empresa de varejo, com vendas e recebimentos diários e uma empresa de serviço, com recebimento de mensalidades.

Veja que seu extrato bancário demonstra, dia a dia, valores que entram em sua conta (seja pessoal ou empresarial) e valores que saem em pagamentos. O extrato bancário demonstra apenas o passado, isto é, o que aconteceu com seu dinheiro no passado. 

O Fluxo de Caixa é uma composição do fluxo de RECEBIMENTOS com o fluxo de PAGAMENTOS da empresa. Podemos dizer que o Fluxo de Caixa projetado é o “extrato bancário” da empresa no futuro.

Por que é Importante Fazer a Gestão do Fluxo de Caixa

Uma correta gestão financeira trabalha com a previsão do fluxo do dinheiro na empresa. Tendo-se uma boa ideia dos saldos em dinheiro no futuro (seja positivo ou negativo), a empresa pode agira ANTECIPADAMENTE, tomando decisões de:

  • Compras de produtos ou investimentos com datas de vencimento futuras (conciliando com a projeção de quanto a empresa terá de dinheiro nestes dias de vencimento.
  • Administração de Contas a Pagar, para se certificar de que terá dinheiro suficiente para pagamentos críticos, como os Salários. Desta forma a empresa poderá decidir quais contas atrasar para que os funcionários não sejam prejudicados.
  • Vendas com recebimentos futuros. Se a empresa está com um bom caixa futuro, pode negociar vendas de forma mais lucrativa. Já, quando está com previsão de queda de caixa, pode agir para “desovar” produtos e, assim, gerar caixa para sustentar a operação.

Consultoria Financeira

O trabalho que desenvolvo como Consultoria Financeira para empresas trata exatamente de estruturar de forma correta as contas a pagar da empresa, as contas a receber e por fim a previsão de cenários de novas vendas e recebimentos no futuro.

Desta forma, chega-se a métricas importantes, que podem se tornar as METAS da empresa:

  • Quanto sua empresa precisa vender nas próximas semanas ou meses para manter um caixa positivo e saudável?
  • Que despesas de sua empresa estão causando grandes impactos no caixa e que poderiam ser reduzidas ou cortadas?
  • No caso de empresas com grandes volumes de contas em atraso, conseguimos estabelecer um “cronograma” de pagamento destas contas de forma ordenada, limpando o nome da empresa e aliviando a pressão de cobranças.

Precisando “arrumar a casa” aí? Entre em contato comigo. Acesse www.cesarnc.com.br e entre em contato comigo.

Assista a outros vídeos meus no YouTube.

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Marketing Digital: O que é um Site Otimizado – 3 Características Principais.

Hoje vou tratar um pouco sobre uma das partes fundamentais do Marketing Digital: a otimização do site de sua empresa.  Um site otimizado gera 8 vezes mais conversões (contatos, clientes), aparece nos resultados de busca e recebe uma “alta relevância” do Google, com fonte de informação, produto ou serviço que você presta.

Agência de Marketing Digital em Campinas - César NC

As partes que compõe o Marketing Digital

Apenas para deixar claro aqui, por “marketing digital” não se entende diretamente “e-commerce” ou venda online. Embora o e-commerce possa fazer parte de uma estratégia de marketing digital, não só empresas que vendem pela internet que devem utilizá-la. E explico por quê.

Te faço uma pergunta: quando você precisa de alguma coisa (qualquer coisa), como você procura?

Provavelmente a maioria das coisas, informações, produtos, serviços, soluções você procura quem faz, quem sabe, quem vende pelo Google, certo? Sendo assim, você quer achar no Google a sua solução.

Por outro lado, se você vende produtos ou presta serviços, é no Google que você deve estar pois é lá que as pessoas estarão procurando por soluções como as que você tem.

A Estratégia de Marketing Digital faz sua empresa ESTAR exatamente ONDE seu cliente te procura.

Para a maioria das empresas, como indústrias, comércios, empresas de serviços dos mais diversos, o ponto focal de uma estratégia de marketing é o website, ou simplesmente o site da empresa.

Sendo assim trataremos das principais características que um site deve ter para gerar resultados para você – não em número de acessos – mas em VENDAS efetivas.

Postagens no Facebook, Instagram, LinkedIn e até WhatsApp tem muito mais resultado se direcionarem o usuário para seu site. Nestas plataformas, os usuários querem ser impactados com uma informação resumida.

Se eles têm interesse na sua postagem, eles acessam seu site. Sendo assim, postagens com longos textos normalmente não são lidas.

1. O Site deve ser “Responsivo”

Um site responsivo é aquele cujo lay-out se adequa automaticamente nas telas de computadores, laptops, celulares e tablets e carrega de forma correta em todos ou nos principais navegadores de internet (Chrome, Explorer, Safari, etc).

Aquele site que você acessa pelo celular e vê as letrinhas bem pequenas não é um site responsivo. Dificulta a visualização e a leitura. Estima-se que 95% das pessoas não leem um site assim quando acessam pelo celular. Elas voltam para o Google e fazem uma nova busca.

Veja abaixo os resultados de acesso de um cliente meu de Marketing Digital:

Muitas pessoas acessam sites por celulares

Note que quase METADE dos acessos ao site desta empresa é feito por celulares e tablets. Em muitos casos, estes acessos podem chegar a até 66%, ou seja dois terços de seus clientes vão te achar pelo celular.

Portanto, embora seu site possa ser lindo na tela de um computador, se ele não for lindo também em um celular, você perderá METADE dos clientes potenciais simplesmente porque o seu site não carrega adequadamente nestes dispositivos.

1. Velocidade de Carregamento

A segunda característica mais importante que um site deve é a velocidade de carregamento, tanto em computadores como em celulares e tablets.

Estimativas do Google apontam que 60% das pessoas saem do site que entraram se ele demorar mais de 3 segundos para mostrar as primeiras informações. TRÊS SEGUNDOS.

Parece um exagero, mas você também não se irrita com os 5 SEGUNDOS de anúncio quando abre um vídeo no YouTube? Pois bem, é a mesma coisa.

As pessoas querem informação rápida, ágil. Se estão procurando uma solução e acham o seu site, ele deve abrir rapidamente.

No trabalho de Marketing Digital que desenvolvo para empresas, a velocidade de carregamento é uma obsessão.

Não faz o menor sentido você desenvolver um belo site, investir em campanhas no Google, Facebook, Instagram e depois seu site levar 30 segundos para abrir.

Verifique a velocidade de carregamento de seu site no PageSpeed Insights, apenas coloque o endereço do site e clique em “Analisar”.

Se o primeiro resultado que aparecer for como este abaixo, seu site está com carregamento extremamente lento.

A nota para o carregamento de um site deve ser acima de 70, nesta escala de 0 a 100.

A melhoria da velocidade de carregamento está relacionada com várias características muito técnicas da programação do site. Os principais fatores que afetam esta velocidade, sem entrar demais nas “tecnicalidades” são:

  • Tamanho dos arquivos de imagem, que devem ser salvas em formatos de última geração para a Web para carregarem rapidamente;
  • Recursos do site que devem ser carregados ANTES do aparecimento das informações, principalmente folhas de estilo CSS e recursos em JavaScript;
  • Compactação de textos e códigos;
  • Execução de códigos de outras plataformas (exemplo, videos do youtube no site)
  • Carregamento das fontes (tipo de letras do site)
  • Uso de cache para arquivos de fotos e folhas de estilo.

Veja que minha página principal tem uma nota de 59. Isto se deve ao fato de haver um vídeo do youtube nesta página, que interfere na velocidade de carregamento.

Page Insights Cesar NC

Aqui, minha decisão foi a de privilegiar o “conteúdo” do vídeo em detrimento da velocidade de carregamento.

De qualquer forma, esta página está carregando em 3.2 segundos!

Veja o resultado da página principal de um dos meus clientes de marketing digital:

Página com rápido carregamento

Com as tecnologias de desenvolvimento de sites atuais, notas entre 70 e 80 são excelentes. Apenas sites muito simples conseguem notas acima de 85, mas perdem muito em navegabilidade e aparência, sendo portanto, desagradáveis para os usuários da mesma forma que um site lento também é.

3. Palavra-Chave Associada

A “palavra-chave” (ou keyword, em inglês) é a palavra ou termo que seus clientes buscam seu produto e serviço nos sites de busca, como o Google. Por exemplo: “limpeza de pisos” ou “empresa de usinagem”, “roupas femininas” e assim por diante. Note que “palavras-chaves” são na verdade “termos” ou até frases.

Os seus clientes buscam seus produtos ou serviços através de palavras ou termos específicos, portanto estas palavras devem aparecer de forma INTELIGENTE em seu site.

Primeiramente peça para seu desenvolvedor fazer uma BUSCA DE PALAVRAS CHAVES no Google Keyword Planner (apenas desenvolvedores têm acesso). No caso de minha consultoria, veja o resultado:

Veja a quantidade de buscas que os termos acima têm. Sendo assim, meu site deve conter marketing digital, consultoria empresarial em Campinas, agência de marketing digital, não só bem distribuídos no TEXTO como em lugares chaves do código do site (no título, nas metatags, OpenGraph e outros recursos).

Aprimore seu site usando palavras que têm muita busca e muita relevância nos sites de busca. Assim seus clientes te acharão com mais facilidade.

Otimize o Site de Sua Empresa

Quer otimizar seu site e alavancar suas vendas? Entre em contato comigo e fazemos este trabalho para você. Acesse www.cesarnc.com.br/marketing-digital.html e entre em contato comigo por WhatsApp.

Vamos em frente!

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Parceria Empresa x Startup: Inovação Rápida e Eficiente em Tempos de Crise

Parceria Empresa - Startup para Inovação Tecnológica

Empresas da economia tradicional estão sendo desafiadas a encontrarem soluções para seus negócios em meio à crise do coronavírus. Uma forma rápida é através de parceria com startup para incorporar a inovação em seus negócios.

Em 2019 assisti a apresentações de diversas startups, que participaram do AmCham Arena, uma iniciativa da Câmara Americana de Comércio em todo o Brasil, em que aproximadamente 750 startups brasileiras eram avaliadas por experts de seus mercados.

AmCham Arena - Startups

Para mim foi assustador ver a quantidade de soluções tecnológicas que já foram desenvolvidas para os mais diversos mercados. Termos como “inteligência artificial”, e “internet das coisas”, que ainda ressoam como ficção científica para nós, já fazem parte do dia-a-dia de uma startup de base tecnológica.

A startup XMachina, por exemplo, tem soluções de controle de processos industriais in-line, que resultam em economia de tempo, aumento do controle de qualidade e redução de consumo de utilidades. Tudo com uso de Inteligência Artificial.

Para a indústria de alimentos a XMachina já disponibiliza controles como monitoramento de entradas e saídas de centrifugas,, monitoramento de saída de evaporadores, conformidade de produtos, qualidade de insumos, tratamento de água de reuso,, sanitização de tubos, presença de microbiológico.

xMachina - Tecnologia para a Indústria de Alimentos

A IA fará parte de algum dos processos de sua empresa na próxima década, seja porque você a implantou, seja porque virá embarcada em tecnologias de equipamentos que você comprará.

O desafio de redução de custos de produção de uma indústria, por exemplo, poderá ser atacado através de uma parceria com uma startup como esta.

FinTechs ajudam empresas financeiramente

As “fintechs” também estão com grandes desenvolvimentos de produtos financeiros para empresas.

A Antecipa Fácil deverá revolucionar o mercado de antecipação de recebíveis. Você faz um “leilão” de seus recebíveis através da plataforma e recebe o dinheiro à vista no mesmo dia.

Com o processo de leilão, a tendência é que a taxa da operação seja reduzida e a operação não passa por limites ou taxas bancárias.

No campo, as soluções de monitoramento de pragas permite a aplicação inteligente de defensivos apenas nas áreas afetadas, reduzindo o custo final da safra.

Milhões de hectares podem ser monitorados em tempo real avaliando a necessidade ou não de irrigação, aplicação de defensivos, fertilizantes, etc.

O lado fantástico das aplicações já desenvolvidas é que elas podem ser adaptadas ou “calibradas” para novos usos, permitindo assim que outras empresas de outros ramos de negócio se beneficiem.

Mas como uma empresa da economia tradicional está olhando para isso tudo?

Há uma “Falha de Comunicação” entre Empresas e Startups

Minha familiaridade com a empresa tradicional vem do meu trabalho de consultoria empresarial, e a percepção é clara:

As empresas tradicionais sabem que precisam de inovação para sobreviverem. Mas não sabem como fazer.

Do outro lado, frequentando os ambientes de startups, aceleradoras, investidores outra percepção emerge:

As startups não sabem como levar suas tecnologias ao mercado. Seja como produto, serviço, licença de produção ou outra forma.

A “engrenagem” da inovação está travada pela dificuldade de comunicação entre os dois mundos.

Porém são as empresas tradicionais que devem dar o primeiro passo: encontrarem no mercado uma ou mais startup que irá impactar seu negócio, seja com redução de custo, com inovação de produto ou serviço, com aumento de produtividade ou melhoria de gestão e controles.

Reestruturação da Empresa com Inovação após a Crise do COVID-19

Reestruturação de Empresa - Operações, Finanças e Segurança Jurídica

Dentro do Programa de Consultoria “Reestrutura Empresa“, do qual faço parte com outros dois consultores, um dos braços da consultoria é o da reestruturação das operações da empresa.

Neste momento, em que as empresas deverão repensar seus negócios para conseguirem voltar mais rápido aos níveis de faturamento e rentabilidade de antes da crise, a incorporação de inovação tecnológica aparece que uma alternativa perfeita.

A forma de fazer negócios com uma startup pode ir desde a simples “compra” de seus produtos ou serviços e vai até a compra das próprias empresas para a incorporação total da tecnologia dentro da empresa.

Bancos investem pesadamente na compra de startups e incorporam as soluções nos serviços que disponibilizam para seus clientes através de aplicativos ou site.

Para nós, parece que tudo é O BANCO. Mas cada pedaço do site foi desenvolvido anteriormente como uma solução avulsa e estava disponível no mercado.

Como Incorporar a Inovação Tecnológica em Sua Empresa?

O processo da incorporação de tecnologia passa por:

  • Identificação de necessidades (ou deficiências) que a empresa sabe que tem.
  • Identificação de soluções já existentes, que poderiam beneficiar a empresa.
  • Identificação das startups que já tem ou poderiam adaptar suas soluções para suprir as necessidades ou deficiências da empresa.
  • Solucionar como esta incorporação será realizada, seja por simples prestação de serviço, licença de uso ou até compra total ou parcial da startup.

    Quer estudar possibilidades de parceria de sua empresa com uma startup? Entre em contato comigo.

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Coronavírus: Entenda os Principais Riscos Judiciais que Sua Empresa Está Correndo

A imposição das quarentenas como medida de prevenção ao coronavírus forçou as empresas a negociar ou atrasar pagamentos, expondo-as a riscos judiciais incertos.

A Deterioração Súbita do Fluxo de Caixa das Empresas

As políticas de isolamento social afetaram virtualmente todas as empresas brasileiras. Desde o Microempreendedor Individual até gigantes como a Indústria Automobilística.

O impacto da quarentena vai direto nas vendas das empresas, reduzindo severamente seus fluxos de recebimento e assim rompendo o Fluxo de Caixa das empresas de forma fulminantes.

Pequenas e Médias Empresas, com faturamento entre R$ 200 mil e R$ 20 milhões de reais mensais, formam o universo de empresas para quem dou consultoria financeira e de gestão, então estive bem próximo delas desde o início da crise.

O primeiro impacto nas empresas foi súbito: redução drástica de vendas para as que puderam continuar funcionando e simplesmente a paralisação total das vendas para as consideradas pelos Governos Estaduais e Municipais como “não-essenciais”.

Sendo assim, as empresas viram seus caixas começarem a se deteriorar com velocidade assustadora, na medida em que ainda honravam Contas a Pagar existentes antes de formarem uma ideia mais sólida de que este cenário se alongaria por muito tempo.

Medidas de Preservação do Caixa das Empresas

Reestruturar Empresas Após a Crise do COVID-19

As providências tomadas pelas empresas foram no intuito de preservar o Caixa através de suspensão de pagamentos de contas não críticas, negociações para redução ou parcelamento de aluguéis, concessão de férias ou até redução dos salários dos funcionários.

Estas renegociações foram feitas de formas diversas. Desde acordos verbais com fornecedores e funcionários até renegociações de empréstimos e financiamentos com bancos já formalizados.

Entre as providências mais comuns que presenciei estão:

  • Suspensão de pagamento de aluguéis com acordo para parcelamento dos atrasados em meses futuros
  • Suspensão de pagamento de aluguéis sem acordo
  • Suspensão ou atraso de pagamento de parte dos custos fixos, contas consideradas “não críticas”.
  • Redução de salários de funcionários diretos (CLT) ou terceirizados (contratos com MEIs) com ou sem redução de carga horária.
  • Concessão de férias vencidas ou antecipação de férias com ou sem pagamento dos direitos
  • Suspensão de pagamentos de contas de fornecedores críticos, com objetivo de retomada dos pagamentos após a atenuação da crise.

Esta variedade de soluções que os empresários encontraram, entretanto, podem tê-los expostos a riscos judiciais não considerados.

O Governo Federal lançou medidas para aliviar o caixa das empresas, como a prorrogação dos pagamentos do FGTS e do Simples Nacional.

Também disponibilizou linhas de crédito através do BNDES, porém esta última – a mais importante – não se concretizou para grande parte das empresas.

Embora a linha BNDES Pequenas Empresas seja uma excelente opção para as empresas se manterem vivas (24 meses de carência e prazo total de 5 anos), ela teve de ser disponibilizada através dos bancos privados.

Estes, por sua vez, não estão assumindo o risco inerente à operação de empréstimo. Há o entendimento que mesmo empresas sólidas, com bons históricos de pagamento estão sob risco sistêmico e podem, eventualmente, não ter capacidade de repago da linha de crédito.

Desta forma os recursos do governo estão “empoçados” no sistema bancário, enquanto o caixa das empresas é drenado dia após dia.

Sendo assim, as empresas encontram-se agora com contas em atraso, falta de recebimentos, caixa em declínio e sob riscos judiciais ainda incertos.

Riscos Judiciais na Crise do Coronavírus – O ambiente jurídico

Medidas Jurídicas na Crise do Coronavírus

A crise criada pela pandemia do coronavírus não tem precedente nos últimos 100 anos. A grande pandemia da gripe espanhola ocorreu em 1918 e não é possível traçar qualquer paralelo entre as soluções empresariais e jurídicas da época com a sociedade que vivemos hoje.

Estamos, simplesmente, sem referências históricas ou jurisprudências (nacionais ou internacionais) para basearmos nossas decisões empresariais com segurança jurídica.

O que isto significa? Significa que não temos segurança sobre como juízes decidirão sobre ações judiciais de despejo, ações trabalhistas, ações de cobrança, ações de cobrança de avalistas, fiadores, penhora de bens, etc.

Sendo assim, acordos realizados às pressas tem o risco – no limite – de causar danos ao próprio patrimônio pessoal dos empresários, seus avalistas e fiadores.

Iniciativas, como o Reestrutura Empresa, se propõem a auxiliar empresários a rever suas negociações e acordos para garantir o máximo de segurança jurídica. Principalmente através da documentação das negociações com exposição clara de motivos. Aqueles vários parágrafos começados com “considerando…”.

Desta forma, a empresa fica amparada em uma série de motivos que a forçaram a tomar decisões de suspensão ou redução de pagamentos aos diversos agentes econômicos (fornecedores, locadores, prestadores de serviço, colaboradores, etc.)

A Pandemia como “Força Maior”

É crescente o entendimento de que uma pandemia seja legalmente considerada “força maior”.

A maioria dos Contratos prevê a possibilidade de rescisão sem pagamento de multa se uma das partes for atingida por um evento de força maior.

Outros contratos ou negócios que não têm isso por escrito, caem no próprio entendimento da lei de que não responsabilização de um agente econômico afetado por um evento de força maior.

Entretanto, é prudente que os empresários “coloquem no papel” as suas negociações, explicitando claramente que a motivação para acordos de renegociação são motivados pela crise, pelas políticas de isolamento social e decorrentes quedas (ou paralisações) nas vendas.

Como Diminuir os Riscos Jurídicos das Empresas Afetadas pela Crise do COVID-19?

Assessoria Jurídica para Empresas afetadas pela crise do coronavírus

Dentre os principais riscos jurídicos que as empresas podem estar correndo em virtude da pandemia do coronavírus, destaco:

  • Ordens de despejo por falta de pagamento de aluguéis
  • Cobrança de aluguéis de fiadores e avalistas
  • Negativações em sistemas de crédito por falta de pagamento (SERASA, Protestos, etc)
  • Ações judiciais de cobrança
  • Ações de execução de cobrança com penhora de bens da empresa
  • Ações de penhora de bens dos sócios da empresa
  • Ações de penhora de bens de avalistas e fiadores de empresas
  • Ações trabalhistas por acordos firmados de forma insegura juridicamente
  • Ações trabalhistas por queda de Medidas Provisórias que amparavam as ações da empresa.

De acordo com o Advogado Luiz Cesar Aguirre D’Ottaviano, da Aguirre D’Ottaviano Advogados e membro do Reestrutura Empresa, as empresas deverão optar por acordos e conciliações devidamente DOCUMENTADAS.

Amparadas pelo argumento da força maior, as empresas terão mais chances de obterem resultados favoráveis em eventuais ações judiciais que sofrerem.

Imagina-se que magistrados tenham uma ação enérgica na busca de conciliações ou com despachos que não sejam de execução de cobrança pura e simples, que afetarão o patrimônio das empresas e de seus sócios.

Não tenha dúvida: riscos judiciais, todas as empresas estão correndo.

Buscar uma assessoria jurídica neste momento é de fundamental importância para todos os empresários. Estamos em uma situação sem precedentes no Brasil e a forma dos agentes econômicos buscarem seus direitos será via judicial.

Entraremos na era do “quem pode mais, paga menos”.

Conheça nosso trabalho de Reestruturação de Empresas afetadas pelo Coronavirus:

Vamos em frente!

 

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Como Reestruturar Suas Finanças Após a Crise do COVID-19

Reestruturação de Empresas afetadas pelo COVID-19

A crise do coronavírus atingiu em cheio o caixa das empresas, que subitamente tiveram seus recebimentos reduzidos ou paralisados, mas suas contas continuaram chegando. A necessidade de reestruturar as finanças se dá pois a maioria dos empresários teve que, às pressas, tomar medidas fortes para a preservação do caixa de suas empresas.

Com meus clientes de consultoria não foi diferente. Vivi isso na pele desde o dia 16.03.

Dentre estas medidas, as mais comuns foram:

  • Renegociação de pagamentos de empréstimos
  • Renegociação de pagamentos de financiamentos
  • Renegociação de contas com fornecedores
  • Renegociação ou paralisação de pagamentos de aluguéis e outros custos fixos
  • Renegociação de pagamentos de salários de funcionários.

Mesmo os que tiveram sucesso nas negociações e conseguiram, a tempo, segurar o dinheiro, ainda estão sujeitos a mais problemas pela frente, pois a INCERTEZA é um fator de extrema relevância no momento da crise.

Esta incerteza, que descrevi em detalhes neste artigo, está tanto no momento em que haverá o relaxamento das medidas de isolamento social e da FORMA como este relaxamento se dará.

Coronavírus: Risco x Incerteza e o que Micro e Pequenas Empresas Devem Fazer?

Tudo indica que o relaxamento das quarentenas se dará de forma gradativa, abrindo apenas alguns setores da economia e deixando outros parados por mais tempo. Em paralelo, medindo-se a evolução do número de casos em cada Estado e Município.

Portanto fica claro que as negociações realizadas pelas empresas as resguardaram apenas por um determinado tempo. Já há salários a pagar no 5º dia útil de maio, mas a empresa ainda não sabe se já estará funcionando e gerando um mínimo de caixa para este vencimento.

O mesmo acontece com todas as contas, cujos vencimentos vão se aproximando dia após dia e alguns – imprescindíveis – irão consumir mais do caixa da empresa.

Reestruturar As Finanças da Empresa

Em nosso Programa de Consultoria REESTRUTURA EMPRESA (www.reestruturaempresa.com.br), abordamos as reestruturações de operações e financeiras e também prestamos assessoria jurídica para a revisão de contratos, negociações e relações com colaboradores.

A reestruturação financeira da empresa tanto para este momento como para o período pós-crise do coronavírus deve seguir as seguintes etapas.

  1. Diagnóstico da Situação Atual
  • Levantamento das Contas a Pagar em Atraso (não renegociadas)
  • Levantamento das Contas a Pagar correntes (não vencidas)
  • Levantamento das Contas a Pagar renegociadas (não vencidas)
  • Planilhar todas estas contas a pagar no tempo, para gerar um “Fluxo de Pagamentos Projetados”.

 

  • Levantamento das Contas a Receber Vencidas (não pagas por clientes)
  • Levantamento das Contas a Receber correntes (não vencidas)
  • Levantamento das Contas a Receber renegociadas (não vencidas e que sua empresa renegociou com clientes)
  • Planilhar todas estas contas a receber no tempo e gerar um “Fluxo de Recebimentos Projetados”.

 

  • Levantamento de disponibilidades de dinheiro (saldos em conta corrente, investimentos, etc.)

2. Cenários de Fluxo de Caixa Projetado

  • Avaliar diferentes cenários de retomada das atividades, projetando vendas crescendo gradativamente até a retomada total do faturamento. Estes cenários devem ser pessimistas (crescimento mais lento), otimista (crescimento mais rápido) e realista (um cenário mais provável com as informações que se dispõe hoje)
  • Também é importante gerar cenários de pagamentos de contas que ficaram atrasadas por conta da crise. Seja renegociando os vencimentos com os credores ou não.
  • Os cenários de Fluxo de Caixa, então, emergem e as projeções de caixa dia a dia são Saldo Inicial + Contas a Receber existentes + Vendas Projetadas – Contas a Pagar existentes. – Pagamentos de Contas em Atraso.

Este Fluxo de Caixa projetado servirá como base para reestruturar as finanças e para as tomadas de decisão do empresário, irá auxiliar na manutenção do “pulso firme” com o dinheiro e dará mais chances de sucesso para a empresa que passa pela crise.

Mãos à obra! Momento de pegar papel, caneta, calculadora, telefone e abrir o Excel!

Conheça nosso programa de reestruturação de empresas afetadas pela crise do coronavírus em www.reestruturaempresa.com.br.

Vamos em frente!

César NC Consultoria Empresarial

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ReestruturaEmpresa: Como Reestruturar Sua Empresa para o Pós-Crise do COVID-19

Como reestruturar sua empresa no pós crise do coronavírus

O empresário que se planejar para reestruturar sua empresa para a o pós-crise do coronavírus, retomará seus negócios mais rapidamente, solucionando as pendências financeiras, empresariais e trabalhistas geradas durante a crise.

Pensando nesta forma que eu, junto com outros dois consultores, idealizamos uma consultoria específica para reestruturar empresas afetadas pela crise do coronavírus. O Reestrutura Empresa. 

Esta consultoria leva em consideração as rupturas de operação, processos, trabalho, finanças, causadas pela crise do coronavírus entrega soluções jurídicas para as empresas com acordos de contratos, negociações de dívidas e conciliações de caráter trabalhista.

A importância da Consultoria Jurídica

Medidas jurídicas para a crise do coronavirus

As empresas afetadas pela crise do coronavírus foram pegas de surpresa com a imposição das quarentenas, tiveram suas vendas reduzidas ou paralisadas e precisaram agir para preservar o caixa que dispunham.

Desta forma, tomaram decisões de negociações de contratos, paralisações de pagamentos e reduções de salários sem terem certeza de que estavam amparadas juridicamente.

Um dos focos do Reestrutura Empresa está no estudo de todas as medidas tomadas pela empresa com levantamento dos riscos jurídicos que passaram a correr:

  • Na esfera empresarial
    • ações de cobrança
    • Penhoras
    • Negativações
    • Pagamentos de juros abusivos
    • Cobrança de avalistas e fiadores
  • Na esfera trabalhista
    • ações trabalhistas, com consequente riscos ao patrimônio

“Força Maior”

Há um crescente entendimento de que a crise do COVID-19 se configura fator de “força maior”, isto é, os prejuízos que a empresa impôs a fornecedores e funcionários foi causada por um fato que não depende de sua competência ou influência.

Neste cenário, a melhor forma de proteção jurídica das empresas está na conciliação. Sentar-se à mesa com os credores e funcionários, chegar a termos de negociações que sejam bons para as partes e selar o acordo com Termos e Contratos realizados de forma jurídica, para já terem validade em possíveis processos judiciais posteriores.

Reestruturar Operações, Processos e Finanças

Planejamento Estratégico para empresas afetadas pelo COVID-19

Em paralelo às medidas jurídicas, a empresa deve realizar um profundo estudo de sua própria operação para poder retomar de forma segura, sem comprometimento de caixa e ainda num ambiente de incerteza, que poderá durar meses.

O objetivo de reestruturar a empresa é de levar sua empresa de volta aos patamares de faturamento e lucro de antes da crise. No mínimo.

Fazemos isso com o estudo das operações, processos e resultados da empresa nos 12 meses anteriores da crise e desenvolvemos um Planejamento Estratégico específico para a retomada das operações.

Desta forma, já prevemos os pagamentos dos acordos da consultoria jurídica, projetamos diferentes cenários de retomada de vendas, produção, logística e, principalmente, estudamos o Fluxo de Caixa projetado da empresa bem como eventuais Necessidades de Capital de Giro.

Também auxiliamos as empresas a tomarem decisões de capitalização do negócio, se necessário, através de linhas do BNDES, Bancos Privados, Investidores ou outras formas de solução financeira.

O mais importante é: manter sua empresa viva, retomar as operações e seguir em frente, com faturamento e lucros consistentes.

Nosso time

César Cremonesi, consultor empresarial em Campinas - SPCésar Cremonesi, consultor empresarial nas áreas financeira, gestão e marketing digital, atuando há mais 15 anos com Planejamento Estratégico, reestruturação financeira de empresas e implantação de estratégias de marketing digital para alavancar vendas.

 

George Toma, Consultor de Negócios em Campinas - SPGeorge Toma, consultor de negócios e T.I. na REN Consultoria, com vasta experiência no “dia-a-dia” da empresa, implantação rotinas administrativas e gestão financeira.

 

 

Luiz Cesar Aguirre D'Ottaviano - Direito Empresarial em Campinas - SPLuiz Cesar Aguirre D’Ottaviano, advogado especializado em Direito Empresarial, com extensa experiência em negociações de contratos, fusões e aquisições, renegociações com bancos, fornecedores e colaboradores.

 

 

Este time está à disposição para te ajudar a levantar sua empresa, alacancar suas vendas e solucionar problemas financeiros provendo a máxima segurança jurídica em um ambiente de incertezas.

Conte conosco.

César NC Consultoria Empresarial em Campinas

 

 

 

 

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Como Reestruturar Sua Empresa após a Crise do Coronavirus

Como reestruturar sua empresa após a crise do COVID-19

O empresário ou gestor de qualquer ramos de negócio deverá adotar estratégias operacionais, financeiras e jurídicas para reestruturar sua empresa após a quarentena do coronavírus.

Enormes prejuízos estão sendo impostos às empresas em virtude das políticas de isolamento social impostas pelos governos municipais e estaduais.

Imposta de maneira súbita, a quarentena desorganizou as empresas operacional e financeiramente e pude observar isso de forma clara com meus clientes de Consultoria, para os quais tomei várias providências de preservação de caixa já no dia 16 de março, uma semana antes da quarentena no Estado de São Paulo.

Não tiveram tempo hábil para se prepararem para uma redução ou paralisação de suas atividades, para programarem férias, estudarem opções de gestão de recursos humanos (redução de salários, dispensas, etc), redução de custos, cancelamentos ou suspensão de contratos e outras medidas de proteção da empresa.

Igualmente, não tiveram tempo para planejarem estratégias financeiras adequadas, já que teriam grande comprometimento em suas vendas e recebimentos, o que por suas vez, comprometeria o fluxo de pagamentos de seus Custos Fixos e Variáveis.

Tudo indica que a retomada da atividade econômica se dará de forma gradativa, o que certamente irá impor prejuízos ainda mais prolongados a alguns setores da economia. Desta forma, as empresas serão obrigadas a terem estratégias bem definidas para reestruturarem suas operações.

Podemos dividir estas estratégias em 4 grandes blocos:

  1. Estratégias Operacionais
  2. Estratégias Financeiras
  3. Estratégias Jurídicas Empresariais
  4. Estratégias Jurídicas Trabalhistas

As empresas foram impactadas de forma diferente em cada um destas áreas estratégicas, sendo assim, cada empresa deverá traçar estratégias segundo os impactos que sofreram. Não haverá “fórmula mágica” no pós-crise.

Estratégias Operacionais para Reestruturar sua Empresa

Estratégias para Reestruturar sua Empresa Operacionalmente

Do lado operacional, o objetivo principal das empresas deverá ser o de retomar os níveis de venda, faturamento e rentabilidade que apresentavam antes da crise. Também terão a oportunidade de repensarem atividades e processos, podendo otimizá-los e terem seus custos de operação reduzidos.

Para isso precisarão:

  • Realizar um profundo diagnóstico da operação da empresa no período mínimo de 12 meses antes das paralisações.
  • A partir deste diagnóstico, as empresas devem criar um Planejamento Estratégico para a recuperação das operações abrangendo:
    • Estratégias de Marketing (retomada de clientes, revisão de mix de produtos, revisões de preços, retomada da distribuição e da divulgação da empresa, análise da concorrência)
    • Estratégia de Operação, com revisão e otimização de processos, com priorização de itens a serem retomados primeiramente.
    • Alianças estratégicas com empresas para otimizar o processo de reestruturação.
      • Excelentes oportunidades de implementação de inovações em parcerias com startups já estão disponíveis e devem ser aproveitadas pelas empresas neste momento.

Estratégias de Reestruturação Financeira

Estratégia para Reestruturar sua empresa Financeiramente

A crise do coronavírus atingiu em cheio o Fluxo de Caixa das empresas, na medida que interrompeu o fluxo de entrada de dinheiro de vendas sem interromper o fluxo de saída de pagamentos.

Com a deterioração das Contas a Receber, as empresas correram para tentar aliviar o Contas a Pagar, seja com renegociação de contratos, contas de fornecedores e até com redução de salários ou mesmo dispensa.

A incerteza é, até agora, o fator que impõe mais prejuízos a todas as empresas. Sabemos que o problema irá passar, mas não sabemos quando.

Entenda a diferença entre Incerteza e Risco, neste artigo que escrevi no dia 20.03 último.

A reestruturação financeira da empresa deve ser realizada com:

  • Diagnóstico Financeiro Completo contendo:
    • Contas a Pagar em atraso classificadas por categoria (fornecedores, aluguel, recursos humanos, etc)
    • Contas a Pagar Futuras já existentes
    • Contas a Receber em atraso (clientes que falharam com pagamentos)
    • Contas a Receber Futuras já existentes
    • Saldo de Disponibilidades atuais (caixa e bancos)
  • Geração de Cenários de Retomada de Vendas com consequentes cenários de entradas de dinheiro
  • Geração Cenários de Fluxo de Caixa Projetado (mínimo 12 meses)
  • Avaliação de Linhas de Crédito disponíveis para capitalização da empresa
  • Avaliação de outras fontes de capital, como investidores ou cessão de cotas para quitação de dívidas críticas.

Medidas Jurídicas Empresariais

Medidas Jurídicas para Reestruturar sua Empresa após o COVID-19

A crise do coronavírus, consolidada como “pandemia” está abrindo um grande número de entendimentos jurídicos sem precedentes no Brasil.

De maneira geral, as empresas foram forçadas a parar (ou tiveram suas receitas diminuídas) por imposição governamental. Sendo assim, a responsabilização da empresa e todos os prejuízos relacionados à crise ficam com um grande questionamento jurídico, afinal, a pergunta é “quem tem que pagar a conta?”

Há também a consolidação do entendimento de que a pandemia é “força maior”, ou seja, quebras, suspensões e cancelamentos de Contratos firmados pode ser realizada pela ocorrência de força maior, eximindo a empresa de pagamento de multas ou outras penalidades contratuais.

As empresas devem estabelecer uma consultoria jurídica com um advogado especializado em direito empresarial para avaliar:

  • Risco de ações judiciais, cobranças, indenizações e compensações que poderá pagar.
  • Risco de ações judiciais, cobranças, indenizações e compensações que poderá receber.
  • Estratégias judídicas (extrajudiciais e judiciais) que poderá tomar contra seus devedores e contra os governos municiais e estaduais
  • Estudo de medidas liminares para proteção da empresa
  • Medidas de proteção do patrimônio da Pessoa Jurídica e dos sócios contra processos de execução de cobrança.

Medidas Jurídicas Trabalhistas

Proteção de Passivos Trabalhistas para sua Empresa

O comprometimento do Fluxo de Caixa das empresas afetou diretamente suas capacidades de pagar salários. O Governo Federal lançou medidas de proteção do emprego já no início da crise e também estabeleceu linhas de crédito para Pequenas e Médias Empresas com o mesmo objetivo.

Mesmo com estas medidas, a grande maioria das empresas foi obrigada a negociar acordos com funcionários envolvendo redução de salários, redução da carga de trabalho, concessão de férias vencidas ou antecipação de férias e, em último caso, tiveram de realizar demissões.

Todas estas medidas trabalhistas foram tomadas sob um duvidoso arcabouço legal. Isto é, as empresas fizeram o que tiveram de fazer sem o mínimo de respaldo jurídico, expondo-as a passivos trabalhistas difíceis até de serem dimensionados.

Desta forma, é importantíssimo que as empresas agora procurem apoio de uma consultoria jurídica especializada, com objetivos de:

  • Dimensionarem os riscos trabalhistas que passaram a correr durante a crise.
  • Mitigação de riscos de ações trabalhistas através de termos, acordos e conciliações prévias com ou sem participação de sindicatos
  • Avaliação de meios de compensação ou indenização governamental para gastos trabalhistas gerados em função da imposição da política de isolamento social.

Sua Empresa de Volta

Tenho dito em artigos e vídeos que o foco das empresas neste momento deve ser de “estarem vivas” quando a crise terminar. Por mais prejudicada que uma empresa possa estar, se tiver meios mínimos de operar, ela poderá ser reestruturada, voltar a operar e voltar a crescer.

O momento impõe desafios que nunca foram enfrentados por todas as esferas da sociedade: pessoas, famílias, empresas, governantes, juristas. Passada esta fase crítica, oportunidades surgirão e as empresas que permaneceram vivas irão colher bons frutos.

Vamos em frente!

 

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Coronavírus: Como Solicitar o Auxílio Emergencial ao Cidadão

Auxílio Emergencial ao Cidadão - Caixa - Governo Federal
Pedro Guimarães – Presidente da Caixa

A partir de hoje (07.04), o Governo Federal liberou o acesso ao Auxílio Emergencial ao Cidadão de R$ 600,00 reais, que deve ser solicitado diretamente no site da Caixa.

O programa tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do Coronavírus – COVID 19.

Quem tem direito ao Auxílio?

  • Trabalhadores informais
  • Microempreendedores individuais (MEI)
  • Autônomos
  • Desempregados
  • Quem estava no Cadastro Único até o dia 20/03, e que atenda as regras do Programa, receberá sem precisar se cadastrar no site da CAIXA.
  • Quem recebe Bolsa Família poderá receber o Auxílio Emergencial, desde que seja mais vantajoso. Neste período o Bolsa Família ficará suspenso.
  • As pessoas que não estavam no Cadastro Único até 20/03, mas que têm direito ao auxílio poderão se cadastrar no site auxilio.caixa.gov.br ou pelo APP CAIXA|Auxílio Emergencial.

Qual o Valor e Por quanto tempo haverá o Auxílio Emergencial ao Cidadão?

O benefício no valor de R$ 600,00 será pago por três meses, para até duas pessoas da mesma família.

Para as famílias em que a mulher seja a única responsável pelas despesas da casa, o valor pago mensalmente será de R$1.200,00.

Depois de fazer o cadastro, a pessoa pode acompanhar se vai receber o auxílio emergencial, consultando no próprio site ou APP.

Alerta a Fraudes

Faça sua Solicitação diretamente no site oficial da Caixa abaixo. Desconfie de sites que não sejam com endereço “caixa.gov.br”, não haverá envio de WhatsApp ou E-mails durante o cadastro. Apenas um SMS diretamente do site da Caixa para seu celular cadastrado.

Faça a sua solicitação diretamente no site da Caixa clicando em http://auxilio.caixa.gov.br

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