Saúde de pequenas empresas definha com restrições eternas e incompetência em São Paulo

A saúde das micro e pequenas empresas definha de forma rápida e inexoravelmente fatal com as restrições eternas promovidas pelo Governo do Estado de São Paulo, em uma evidente incompetência no combate à pandemia do coronavírus.

Empresas fecham as portas
Empresa encerra atividades

Embora a economia brasileira não tenha caído da forma desastrosa prevista pela grande mídia, esta pretensa boa notícia mascara uma realidade cruel quando nos deparamos com os números das micro e pequenas empresas, especialmente dos setores de comércio e serviços.

Últimos dados dão conta do fechamento de mais de 75 mil lojas em 2020 em razão das restrições impostas ao comércio como solução para a redução do número de casos da doença.

Embora haja uma segunda onda de casos no país, houve em paralelo, uma redução, não justificada, do número de leitos disponíveis. Campinas, por exemplo, contava com 423 leitos em junho de 2020 e, agora, conta com apenas 258, uma redução brutal de 38% que, por si só, alavanca a ocupação em 37 pontos percentuais.

Ou seja, 232 pacientes ocupando 423 leitos em junto de 2020 corresponderia a 54,8% de ocupação e o mesmo número de pacientes, agora, representa 90%, anunciada pela imprensa como “colapso” do sistema de saúde causado pelo aumento do número de casos, o que é uma mentira.

Empresa pequena arrasada, China saciada.

João Dória impõe comunismo branco em São Paulo
João Dória impõe comunismo branco em São Paulo

Enquanto a política rasa do Governador João Dória segue sendo praticada em conluio com uma imprensa de jornalismo criminoso e com a omissão do Ministério Público e da Assembleia Legislativa (Alesp), a bomba atômica estoura nas mãos dos micro e pequenos empresários.

Vítimas intencionais ou danos colaterais das políticas ineficazes de controle da doença, as micro empresas têm encarado uma queda de movimento que as leva para níveis de faturamento abaixo de seus pontos de equilíbrio.

O acúmulo de prejuízos, que pode ser facilmente absorvido por conglomerados comunistas como o Magazine Luíza por anos, não pode ser absorvido por empresas que vivem de seus movimentos diários.

O fluxo de caixa deteriorado levou as MPEs para a busca de empréstimos em bancos privados durante 2020 na expectativa de uma recuperação econômica em meses. Após 12 meses o Estado de São Paulo encontra-se em fase vermelha, com fechamento total e estes empréstimos já estão se provando impagáveis.

Em paralelo, a China lucra semanalmente dezenas de bilhões de dólares com o fornecimento das vacinas Coronavac e Astra Zeneca, desenvolvida em Oxford, mas produzida pelo país oriental de regime econômico capitalista, mas com regime político comunista.

A Omissão de Classe

Associações de indústrias, comércios e serviços se omitiram covardemente durante todo o processo, conforme escrevi neste artigo.

Com suas existências justificadas exclusivamente na proteção dos interesses de seus associados, elas simplesmente se calaram. O que nos deixa apenas com a possibilidade de especular por quais motivos. Incompetência? Covardia? Conluio?

Ora, a tão falada democracia baseia-se em uma busca por equilíbrio de poderes, restando o poder judiciário como o mediador de conflitos que emergem naturalmente desta busca. Onde estão os processos judiciais propostos por estas associações?

Onde está a busca pelo equilíbrio em uma sociedade que se autoproclama democrática e joga o custo da política rasteira nas mãos de pais e mães de família de classe média?

A judicialização de questões não é uma busca por vitórias na esfera judicial, se não uma forma concreta de jogar um canhão de luz sobre um problema e, assim, despertar a conscientização das pessoas.

O estado de coisas do Brasil neste momento é insustentável. A busca por soluções razoáveis não está acontecendo. As tais instituições não estão funcionando.

O Brasil agoniza de forma patética, ajoelha-se a uma agenda comunista criminosa e assassina, cuja pauta baseia-se na concentração de poder cada vez maior (econômico, financeiro, político), na desestabilização crônica de governos eleitos, no corporativismo (judicial, militar, setores da sociedade civil) e no acúmulo brutal de dinheiro que, então, fechando o ciclo do que se pretendia com esta pandemia, alimenta grandes corporações globais supra nacionais e supra constitucionais.

César Cremonesi.

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