Saúde de pequenas empresas definha com restrições eternas e incompetência em São Paulo

A saúde das micro e pequenas empresas definha de forma rápida e inexoravelmente fatal com as restrições eternas promovidas pelo Governo do Estado de São Paulo, em uma evidente incompetência no combate à pandemia do coronavírus.

Empresas fecham as portas
Empresa encerra atividades

Embora a economia brasileira não tenha caído da forma desastrosa prevista pela grande mídia, esta pretensa boa notícia mascara uma realidade cruel quando nos deparamos com os números das micro e pequenas empresas, especialmente dos setores de comércio e serviços.

Últimos dados dão conta do fechamento de mais de 75 mil lojas em 2020 em razão das restrições impostas ao comércio como solução para a redução do número de casos da doença.

Embora haja uma segunda onda de casos no país, houve em paralelo, uma redução, não justificada, do número de leitos disponíveis. Campinas, por exemplo, contava com 423 leitos em junho de 2020 e, agora, conta com apenas 258, uma redução brutal de 38% que, por si só, alavanca a ocupação em 37 pontos percentuais.

Ou seja, 232 pacientes ocupando 423 leitos em junto de 2020 corresponderia a 54,8% de ocupação e o mesmo número de pacientes, agora, representa 90%, anunciada pela imprensa como “colapso” do sistema de saúde causado pelo aumento do número de casos, o que é uma mentira.

Empresa pequena arrasada, China saciada.

João Dória impõe comunismo branco em São Paulo
João Dória impõe comunismo branco em São Paulo

Enquanto a política rasa do Governador João Dória segue sendo praticada em conluio com uma imprensa de jornalismo criminoso e com a omissão do Ministério Público e da Assembleia Legislativa (Alesp), a bomba atômica estoura nas mãos dos micro e pequenos empresários.

Vítimas intencionais ou danos colaterais das políticas ineficazes de controle da doença, as micro empresas têm encarado uma queda de movimento que as leva para níveis de faturamento abaixo de seus pontos de equilíbrio.

O acúmulo de prejuízos, que pode ser facilmente absorvido por conglomerados comunistas como o Magazine Luíza por anos, não pode ser absorvido por empresas que vivem de seus movimentos diários.

O fluxo de caixa deteriorado levou as MPEs para a busca de empréstimos em bancos privados durante 2020 na expectativa de uma recuperação econômica em meses. Após 12 meses o Estado de São Paulo encontra-se em fase vermelha, com fechamento total e estes empréstimos já estão se provando impagáveis.

Em paralelo, a China lucra semanalmente dezenas de bilhões de dólares com o fornecimento das vacinas Coronavac e Astra Zeneca, desenvolvida em Oxford, mas produzida pelo país oriental de regime econômico capitalista, mas com regime político comunista.

A Omissão de Classe

Associações de indústrias, comércios e serviços se omitiram covardemente durante todo o processo, conforme escrevi neste artigo.

Com suas existências justificadas exclusivamente na proteção dos interesses de seus associados, elas simplesmente se calaram. O que nos deixa apenas com a possibilidade de especular por quais motivos. Incompetência? Covardia? Conluio?

Ora, a tão falada democracia baseia-se em uma busca por equilíbrio de poderes, restando o poder judiciário como o mediador de conflitos que emergem naturalmente desta busca. Onde estão os processos judiciais propostos por estas associações?

Onde está a busca pelo equilíbrio em uma sociedade que se autoproclama democrática e joga o custo da política rasteira nas mãos de pais e mães de família de classe média?

A judicialização de questões não é uma busca por vitórias na esfera judicial, se não uma forma concreta de jogar um canhão de luz sobre um problema e, assim, despertar a conscientização das pessoas.

O estado de coisas do Brasil neste momento é insustentável. A busca por soluções razoáveis não está acontecendo. As tais instituições não estão funcionando.

O Brasil agoniza de forma patética, ajoelha-se a uma agenda comunista criminosa e assassina, cuja pauta baseia-se na concentração de poder cada vez maior (econômico, financeiro, político), na desestabilização crônica de governos eleitos, no corporativismo (judicial, militar, setores da sociedade civil) e no acúmulo brutal de dinheiro que, então, fechando o ciclo do que se pretendia com esta pandemia, alimenta grandes corporações globais supra nacionais e supra constitucionais.

César Cremonesi.

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Consultoria Empresarial ajuda empresas na abertura da economia

Empresa de Consultoria para Pequenas e Médias Empresas

Uma consultoria empresarial levará para sua empresa muitas alternativas para alavancar vendas, recuperar os lucros e começar a gerar caixa rapidamente.

O Reestrutura Empresa é uma iniciativa de três consultores especializados em Finanças, Negócios e Direito Empresarial e tem por objetivo organizar sua empresa para a abertura da economia após a crise do coronavirus.

Encabeçada por César Cremonesi, consultor de empresas há mais de 20 anos, a iniciativa visa ajudar empresas e tem custo acessível para Pequenas e Médias, neste momento de dificuldade financeira.

Novo Ambiente de Mercado

Novo Normal na Reabertura da Economia

As empresas devem se adaptar a uma nova realidade de mercado, ainda que temporariamente, pois as políticas de quarentena foram muito mais extensas do que qualquer empresário poderia imaginar e a reabertura está se mostrando lenta e com muitas restrições.

Como consequência, a ideia de que as pequenas e médias empresas recuperariam seus faturamentos rapidamente não se concretizou. Em seu lugar, vem uma reabertura que ainda limita muito a capacidade de geração de vendas e caixa para elas.

Desta forma, empresas que optam por uma consultoria empresarial superam as crises mais rapidamente, pois uma grande quantidade de conhecimento é injetada na empresa.

Organização Financeira

Estruturação Financeira para Empresas

O Reestrutura Empresa ajuda o empresário a reestruturar sua empresa financeiramente, avaliando, entre outros pontos:

  • Análise de contas em atraso e cenários de renegociação
  • Análise de contas a pagar futuras, custos fixos e variáveis
  • Análise de fluxo de caixa e necessidade de capital de giro (via financiamento, PRONAMPE ou outras fontes)
  • Sistematização das finanças para que a empresa comece a gerar caixa rapidamente

Organização Operacional

Reestruturação das Operações das Empresas

A reestruturação operacional, tem por objetivos:

  • Avaliar o “tamanho” no negócio em uma nova realidade de mercado e desenvolver um Planejamento Estratégico para a empresa.
  • Redimensionar custos fixos para o novo tamanho da empresa
  • Consultoria Empresarial é capaz de avaliar oportunidades de mercado, vendas e novas políticas comerciais
  • Avaliar oportunidades de inovação com produtos, parcerias com startups
  • Gerar metas com objetivos de recuperação do faturamento e do lucro que a empresa tinha antes da crise.
  • Avaliar e estruturar uma estratégia de Marketing Digital para levar a empresa a ter uma presença digital importante daqui para a frente.

Estratégicas Jurídicas e Trabalhistas

Assessoria jurídica trabalhista

Empresas que foram forçadas a atrasar contas de fornecedores, aluguéis e outros custos fixos, ficaram expostas a ações de cobrança, que podem se agravar em ações judiciais e execução de cobranças com penhora de bens dos sócios e de seus avalistas e fiadores.

O reestrutura empresa te dará uma assessoria jurídica para a completa recomposição e renegociação das dívidas, para evitar as medidas judiciais, que podem afetar o patrimônio da empresa e dos sócios.

O mesmo acontece com os passivos trabalhistas, com suspensões de contratos, antecipações de férias e confusão no pagamentos dos funcionários, que podem resultar em ações trabalhistas e, igualmente, chegar até a penhora de bens da empresa e dos sócios.

Para isto, nossa iniciativa também provê uma assessoria trabalhista, visando a máxima proteção da empresa.

Olhar para o Futuro e Ganhar o Máximo

Sim, você ainda vai ganhar muito dinheiro.

O momento agora é para as empresas olharem para o futuro e construírem uma nova realidade, com organização e planejamento.

Os mercados voltarão a funcionar e as empresas retomarão seus faturamentos. Importante, então, é aproveitar ao máximo as oportunidades que se abriram:

  • Consumidores aprenderam a comprar mais de forma virtual / online
  • Fornecedores aprenderam a negociar melhor de forma online
  • Negócios podem ser gerados através de plataformas de redes sociais
  • Novos negócios podem ser gerados com uma boa estratégia de marketing digital.

Conheça o Reestrutura Empresa no site www.reestruturaempresa.com.br ou ligue diretamente pelo whatsapp (19) 9 7172 1900 e fale com César Cremonesi.

Vamos alavancar as vendas, os lucros e o caixa de sua empresa já!

 

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O Desafio da Retomada Econômica para Pequenas e Médias Empresas

Consultoria para a Retomada da Economia
A retomada econômica em etapas, no pós pandemia do coronavirus, impõe desafios para Pequenas e Médias Empresas, que podem amargar ainda mais prejuízo sem organização.

A simples autorização de reabertura para Pequenas e Médias Empresas afetadas pelas quarentenas da pandemia de coronavirus pode não ser suficiente para a retomada do faturamento em níveis que, pelo menos, não tragam ainda mais prejuízo para as empresas.

Há relatos de bares e restaurantes, autorizados a reabrir entre 12h e 17h, com gastos de reposição de estoques e custos de funcionamento (água, gás, luz, funcionários) que excedem muito o faturamento diário e, por consequência, geram ainda mais prejuízos para os empresários.

Novo Tamanho de Sua Empresa

É fundamental que as empresas façam uma análise do “tamanho” de seus negócios na retomada. Fazer o pensamento:

“Se minha empresa sempre tivesse um faturamento 50% menor, como eu a organizaria com funcionários, custos e finanças?”

Isso não significa que sua empresa voltou “à estaca zero” ou perdeu anos de trabalho. A retomada será mais rápida do que todo o tempo que sua empresa levou para chegar onde estava em fevereiro deste ano.

Mas você deve adequar constantemente o “tamanho” do seu negócio para as vendas ATUAIS e vai adicionando custos na medida em que verifica o aumento da demanda pelos seus produtos e serviços.

Empresas que controlaram bem os custos e redimensionaram a operação durante a pandemia, devem expor um panorama financeiro como no gráfico abaixo, com queda nas vendas sendo compensada com queda nos custos.

Desta forma, o empresário teve baixa nos lucros ou até prejuízos, mas tudo ficou sob controle:

Já empresas que não se anteciparam e não controlaram os lucros, certamente terão mais dificuldade na retomada e precisaram ou vão precisar de injeção de capital para sustentar o negócio (linha de crédito, financiamentos, etc.)

Uma empresa que, na pior das hipóteses, manteve os custos iguais, mesmo com a queda no faturamento, tiveram prejuízos acumulando durante meses e, no exemplo abaixo, um rombo de R$ 150.000 reais no caixa.

Importância da Organização

O exemplo do segundo gráfico é o que está levando muitas empresas ao fechamento definitivo. A falta do controle e organização da empresa para o enfrentamento de um período de grande incerteza.

No momento em que escrevo este artigo, estamos no “Agosto” do gráfico, ou seja, com uma perspectiva positiva de retomada de vendas, porém com a incerteza sobre A VELOCIDADE desta retomada.

Na fase em que estamos, o empresário deve estar mais “afiado” para reagir rapidamente ao aumento da demanda do que “apostando” dinheiro (estoque, custos, RH) em uma retomada incerta.

Reagir rapidamente só é possível com uma boa Geração de Cenários possíveis no futuro imediato, isto é, com retomada mais rápida, mais lenta e um cenário médio.

O empresário, então, organiza suas ações dependendo de como a retomada se dá no dia-a-dia e garante um mínimo de prejuízo ou até pequenos lucros até que a empresa retorne aos patamares de faturamento e lucros anteriores à crise do coronavirus.

Saiba mais como reorganizar sua empresa no meu site de consultoria específico para a Reestruturação de Empresas para a Retomada da Economia.

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Pandemia, Falências e Desemprego: Associações Comerciais Omissas, Agora Reclamam

As políticas de enfrentamento à pandemia do coronavírus, adotadas pelos governos estaduais e municipais, resultaram em milhares de falências e milhões de empregos perdidos.

Dois de meus clientes de consultoria tiveram que fechar as portas e seus faturamentos foram de aproximadamente R$ 200 mil mensais a ZERO em poucas horas.

Os clientes que permaneceram abertos, tiveram queda de 50% no faturamento, operam há 4 meses com prejuízos acumulados e tiveram deterioração extrema do fluxo de caixa.

Embora o iBovespa (de volta acima dos 105.000 pontos) demonstrem um “bom humor” do mercado financeiro com a retomada, esta reação não reflete (de forma alguma) o humor dos micro e pequenos empresários do Brasil.

O mercado financeiro trabalha com perspectiva de FUTURO e LONGO PRAZO, a Bolsa não está subindo porque o Brasil está reabrindo, mas porque as economias mundiais estão reabrindo e haverá um impacto positivo na economia brasileira, no FUTURO.

Política de Enfrentamento baseada no Fique em Casa

Governador João Dória e as medidas que resultaram em falências e desemprego

Baseada na diminuição da circulação das pessoas, a política centrou fogo no fechamento compulsório de grande parte da atividade econômica, atingindo micro e pequenas empresas em cheio.

Lojas, bares e restaurantes e outras atividades consideradas “não essenciais” foram obrigadas a paralisarem suas operações por ordem do Estado, algo nunca visto no Brasil e, até pouco tempo, impensável em uma nação que se propõe ser democrática.

Embora o motivo original tenha sido diminuir a movimentação social para que houvesse o aparelhamento do sistema de saúde, o que verificamos foi uma completa descoordenação de políticas, politização de medicamentos e, óbvio, corrupção. Muita corrupção.

Compras sem licitações superfaturadas se verificaram de respiradores até soro fisiológico, 3 governadores estão sob processo de impeachment e dezenas com investigações do Ministério Público.

Não suficiente, após 4 meses de fechamento, a reabertura econômica é tímida, por conta da suposta “cautela” dos governadores e prefeitos com a taxa de ocupação de leitos de UTI, aqueles mesmos que deveriam ter aumentado em número durante as quarentenas.

Fingindo Reabertura

Reabertura de Shoppings é tímida

Sob crescente pressão da sociedade, os Estados começaram a realizar reaberturas da economia, mas com restrições impensáveis. Shopping Centers entre 16h e 20h, o que para qualquer ser pensante, estimula uma maior aglomeração de pessoas do que se o funcionamento fosse das 10h às 22h.

O mesmo acontece com os comércios de rua, entre 11h e 15h (no Estado de São Paulo), gerando aglomerações no transporte coletivos, ruas comerciais e lojas.

Esta reabertura resultou em uma retomada de apenas 20% do faturamento das empresas, especialmente de varejo, ou seja, uma empresa que estava paralisada com faturamento zero e custos mínimos, agora está aberta, com custos maiores e faturamento abaixo do ponto de equilíbrio.

Muitas empresas que não morreram enquanto hibernavam, agora vão morrer por falta de comida.

Bares e Restaurantes

O exemplo, talvez mais absurdo, está na reabertura dos bares e restaurantes na cidade de São Paulo, com horário restrito das 12h às 17h e com número de mesas reduzidos.

Para a reabertura estes estabelecimentos tiveram que investir capital próprio na recomposição de estoques e recontratar pessoal. Porém os poucos clientes que forem, o farão efetivamente entre às 12h e 14h, horário de amoço.

Há poucos dias a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (Abrasel) veio a público solicitar uma maior flexibilização de horários para o (agora desmoralizado) Governador João Dória, face o fechamento de empresas e a perda de mais de 300 mil empregos.

Quem se omitiu?

Fecomercio se omite diante das políticas que custaram milhares de empresas e milhões de empregos

Fato notório, porém, foi a completa omissão das Associações Comerciais e Industriais de todo o país, quando da adoção das medidas restritivas. Desde Fecomercio e Fiesp até associações de classes como de bares, restaurantes, academias, lojistas de shoppings, etc.

Não houve debate público nem tampouco questionamentos nas esferas judiciais, foro adequado para moderar o interesse público e as medidas do Estado. O silêncio de quem tem voz, custou caro. Mas não para eles.

Uma democracia se faz com debates e questionamentos e estas associações, que vivem do dinheiro de seus associados (os prejudicados), não representaram quaisquer questionamentos judiciais, ainda que para exercer uma pressão constante nos governantes, para deixá-los atentos às necessidades.

Agora, passados mais de 120 dias e com a micro e pequena economia em frangalhos, estas instituições se apresentam ainda timidamente.

Mas o estrago já foi feito.

Uma lição que se deve tirar da dita pandemia é que o poder deixado por si só, tende ao autoritarismo. Isto é automático.

Liberdades (individuais e econômicas) e democracia são EXERCÍCIOS diários que devem ser realizados pelos entes da sociedade, sob o risco de terem de se ajoelhar frente a decretos inconstitucionais assinados por governantes com agendas próprias e não coincidentes com o interesse público.

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Pandemia de Crimes, Massacre de Empresas e Desinformação

As políticas de combate à pandemia de coronavírus, com imposição de fechamento da economia para provocar a diminuição da circulação da população está causando um massacre de micro e pequenas empresas no Brasil.

Apenas com uma razoável abertura é que poderemos contabilizar os cadáveres das pessoas jurídicas. Aquela lojinha de que você gosta, não estará mais lá.

O vídeo abaixo viralizou nas redes. Comerciante de Ribeirão Preto já em completo desespero financeiro. Apenas um dos empresários de que tivemos notícias.

O Governo Federal lançou mão de algumas poucas ajudas diretas às empresas, como o diferimento de impostos e soluções para a manutenção de empregos, mas as linhas de crédito emergenciais empoçaram no sistema financeiro, como descrevo longamente neste vídeo.

O “combate” à pandemia

Os governos estaduais e municipais não cumpriram com o combinado originalmente e não aumentaram a capacidade de atendimento do sistema de saúde, embora tenham recebido repasses de mais de R$ 60 bilhões de reais para o combate da pandemia.

O Hospital de Campanha do Anhembi, por exemplo, recebeu investimentos parciais e nem chegou a receber pacientes, conforme revelado pelas fiscalizações de Deputados da Alesp. Pedidos de impeachment por crimes de responsabilidade contra o Governador Dória foram arquivados pelo Presidente da Alesp, Cauê Macris, correligionário do governador.

Foram instalados inquéritos para apuração de corrupção na compra de insumos de saúde no RJ, SP, AM, RN, DF, MS, que revelou algo claro:

Recursos públicos, destinados ao aumento da capacidade de atendimento do sistema de saúde foram desviados através de compras fraudulentas, prejudicando o combate à pandemia e, por consequência, dizimando micro e pequenas empresas.

Na medida em que os recursos financeiros foram desviados, houve a imposição da necessidade de um maior período de fechamento da economia por falta de leitos. Ou como dizem os gestores, pela “alta taxa de ocupação”.

Quem estudou um pouco de matemática, entende que esta taxa pode ser alta porque há muitos casos ou pode ser alta porque há poucos leitos.

Micro e Pequenas empresas trabalham com fluxo de caixa de poucos dias, imaginem terem seus faturamentos diminuídos em 50%, 70% ou até mesmo em 100%, como no caso dos lojistas de Shopping Centers e galerias de compras.

Meus clientes de consultoria, que foram permitidos de funcionar, registraram queda de 50% de faturamento e estão operando abaixo do ponto de equilíbrio.

No Estado de São Paulo caminhamos para ASTRONÔMICOS 120 dias de fechamento da economia ou um terço do ano. Este número pode facilmente acelerar para 150 ou 180 dias, pois a decisão de abertura e fechamento está nas canetas dos governadores e prefeitos. E estes quando promovem a abertura, estão sendo barrados pelo poder judiciário.

A pandemia foi politizada da forma mais maquiavélica possível: sob o pretexto do bem de todos, tomou-se medidas para benefícios próprios.

O Papel da Imprensa

Como mídia (ou meio), o papel da imprensa é o de trazer os acontecimentos à uma linguagem palatável para a média da população.

Entretanto, a imprensa tradicional, severamente afetada por queda de audiência e cortes de gastos públicos com propaganda, assumiu um papel de “educadora” da população ao invés de “tradutora” dos acontecimentos e

impôs uma narrativa de ataques ao governo federal como pauta principal, causando danos inenarráveis à população através de desinformação.

Desconsiderou todas as opiniões, notícias e acontecimentos que não se alinhavam com suas linhas editoriais de ataque ao governo federal e se apoiou em uma comunidade de “especialistas” alinhados ao discurso para promover o pânico na população, impor o controle de comportamentos sociais e desqualificar opiniões contrárias.

O Jornalista Luiz Ernesto Lacombe foi demitido da Band após entrevistar ao jornalista Allan dos Santos, do Canal Terça Livre, que defende a pauta conservadora e já conta com mais de 1 milhão de inscritos.

Nesta medida, a mídia tornou-se o meio pelo qual os interesses políticos e criminosos de agentes públicos encontraram cobertura para prosperar livremente.

Embora haja uma perspectiva de punição a estes agentes o estrago está feito. As perdas econômicas dos períodos de quarentena nunca mais serão recuperados.

2020

“Eu preparado para 2020” / “2020”

O ano que não poderá ser esquecido, para que nunca mais possa ser repetido.

A população brasileira não poderá, nunca mais, ficar à mercê de canetas avulsas que sirvam como meio para a imposição de medidas tirânicas de controle social, sanitização econômica, contraposição política e desvios de dinheiro público.

E isso que nem falamos dos interesses internacionais, que influenciaram todo este processo. Fica pra próxima.

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O Plano de Negócio é a ferramenta mais importante para o empreendedor que deseja abrir sua nova empresa. Tanto que a maioria das empresas que não são bem sucedidas nos primeiros anos, quebram por não terem feito um bom planejamento antes de começarem a funcionar.

Muitos empreendedores também não podem investir em uma consultoria empresarial para este desenvolvimento ou, muitas vezes, não contam com um consultor na cidade em que vivem.

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7 Vídeos Explicativos, com tutoriais para cada uma das abas da Planilha de Planejamento Financeiro

1 Planilha em Excel preenchida com um exemplo de uma empresa fictícia, para você fazer o planejamento financeiro de sua empresa.

Vamos falar um pouco de cada material…

O E-Book Como Fazer Um Plano de Negócio

O E-book é estruturado 9 Capítulos, começando com uma boa explicação sobre o que é e qual a importância de um Plano de Negócio para empreendedores que querem realizar o sonho de ter uma empresa própria.

Eu comento também sobre os principais erros cometidos pelos empreendedores quando fazem a concepção de suas empresas sem fazerem um bom planejamento do negócio, com metodologia e na sequência correta.

Dos capítulos 5 a 7, descrevo as 18 principais partes que compõe o plano, com a conceituação de cada uma delas e com exemplo de preenchimento para você adaptar para seu negócio.

A leitura do e-book é extremamente enriquecedora para o empreendedor assimilar os principais conceitos, palavras, termos e jargões que existem no mundo dos negócios, no qual estão entrando.

Plano de Negócio Pronto

Plano de Negócio Pronto

Para a composição deste e-book, eu criei uma empresa fictícia, a “Flor-de-Lis”, uma loja de cosméticos e, ao longo do e-book, vou dando exemplos dos tópicos preenchendo o Plano desta empresa.

Para te auxiliar ainda mais, eu te entrego o Plano de Negócio da Flor-de-Lis pronto, já no formato correto, escrito na sequência correta e você poderá se basear nele para escrever o seu, fazendo as correções adequadas (mercado, produtos, valores, custos, etc.)

É importante que você tenha um Plano pronto em que possa se basear para desenvolver o seu. Recorra a ele sempre que tiver dúvidas em alguns dos tópicos e ao e-book, quando precisar reler alguns conceitos.

Também sinta-se à vontade para realizar mais pesquisas relacionadas sobre seu negócio específico. Aprofunde-se ao máximo sobre sua ideia de negócio. Conhecimento acumulado nunca será demais.

Planilha de Plano de Negócio

Planilha de Plano de Negócio em Excel

O Planejamento financeiro do Plano de Negócio é abordado no capítulo 7 do E-book e o Combo vem com uma planilha de plano de negócio totalmente “zerada”, que será para você preencher e fazer o planejamento de sua empresa.

Com o auxílio dos vídeos tutoriais, você aprenderá a fazer todo o planejamento financeiro de forma ordenada, colocando seu foco em cada um dos tópicos do planejamento.

Você não precisa ter conhecimentos em Excel para utilizar estas planilhas, apenas terá que preencher alguns campos e valores e a planilha se atualiza automaticamente, com base em suas informações.

Videos Tutoriais

Videos Tutoriais Como Fazer Um Plano de Negócio

Para te auxiliar nesta etapa, eu criei 7 vídeos tutoriais, aos quais você terá acesso por links exclusivos. Nestes vídeos, eu explico como fazer o desenvolvimento do planejamento financeiro.

Os vídeos são explicativos de cada uma das abas da  Planilha de Planejamento Financeiro e abordam:

  • Investimento Inicial
  • Projeção de Venda
  • Custos Variáveis
  • Custos Fixos
  • Projeção dos Resultados
  • Análise dos Resultados

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Mais Sobre Plano de Negócio

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O Processo de Inovação Aberta para Empresas

A processo de inovação tecnológica anda a passos rápidos e está criando soluções cada vez melhores e mais baratas que resultam em redução de custos, aumento de produtividade e otimização de processos e da administração empresarial.

Empresas de pequeno e médio porte já vivem uma realidade de custos enxutos, principalmente na estrutura organizacional (recursos humanos, folha, regime de contratação) e no controle de custos variáveis através de negociações e buscas de alternativas importadas.

Desta forma, a única solução para a redução de custos reside na melhoria da performance desta estrutura já instalada. E isso se consegue com a utilização de soluções já oferecidas pro startups brasileiras.

O Processo de Inovação

Inovação e Startup

O processo de inovação há apenas poucos anos baseava-se em um grande investimento fixo de estrutura de T.I.

Computadores, servidores, instalações, consumo de energia e a contratação de profissionais dedicados, restringiam o acesso à inovação apenas às empresas de maior porte, com capacidade de realizar estes investimentos.

Além da estrutura, as empresas contratavam o desenvolvimento de sistemas personalizados para suas necessidades.

A simples manutenção de tudo isso já custava uma fortuna, embora gerasse ganhos de produtividade que compensavam em grande escala.

Entretanto, com a chegada da “computação em nuvem” (cloud computing), o custo da adoção de inovação despencou vertiginosamente, uma vez que toda a instalação não precisa mais ser adquirida pela empresa.

O processo da inovação passou, então, para a busca de empresas que oferecessem soluções como “produtos de prateleira” ao invés de desenvolvimentos e estrutura dedicados.

Inovações em Sistemas

Fintechs - Startups do Sistema Financeiro

Em paralelo, os desenvolvedores criaram diversos sistemas robustos, hospedados em nuvem e puderam oferecer a solução para centenas ou milhares de clientes, diluindo, assim, o custo de desenvolvimento.

Um exemplo prático são os sistemas de gestão ERP para a gestão completa da empresa.

Soluções como o MarketUp atende bem micro e pequenas empresas e até pequenos varejos. Já sistemas mais robustos, como o Tiny, por ser construído de forma modular, pode atender de pequenos comércios até grandes indústrias.

Outra revolução está acontecendo na área financeira, com o surgimento das fintechs, startups dedicadas a inovar e otimizar os serviços do sistema financeiro, com custos operacionais extremamente reduzidos se comparados aos dos grandes bancos.

Exemplos são os bancos virtuais Nubank e Inter, a plataforma Bidu de comparação de valores de seguros, sistemas de pagamentos como o PicPay, Paypal e a plataforma de antecipações de recebíveis Antecipa Fácil.

Todas estas soluções estão à sua INTEIRA DISPOSIÇÃO AGORA, com potencial de conferir otimizações de processos e reduções de custos para sua empresa imediatamente.

Inovação em Dispositivos

Indústria 4.0

Outra grande revolução acontecendo está no desenvolvimento de dispositivos inteligentes, baseados primordialmente no conceito de Internet das Coisas (IoT), isto é, além de computadores, celulares e tablets, “coisas” também estão se conectando à internet.

Esta revolução é conhecida como Indústria 4.0 ou a 4ª Revolução Industrial e reformulará absolutamente tudo o que conhecemos sobre produção industrial.

É possível, por exemplo, a instalação de um “medidor de fluxo” em uma linha de fluidos que seja programado para detectar vazamentos em linhas de água e gases, por exemplo. Este dispositivo está integrado via internet a um sistema de monitoramento que avisa sobre o vazamento e sua localização, para que a manutenção seja realizada sem perda de tempo.

AhTech - Startups para o Agronegócio

O agronegócio brasileiro também passa por um intenso processo de inovação, baseado em dispositivos de monitoramento de culturas, pragas, clima e otimização de aplicação de defensivos e fertilizantes, resultando em BRUTAIS reduções de custos por hectare plantado.

As empresas dedicadas à inovação no agronegócio são as AgTechs, conheça algumas aqui.

Processo de Inovação na Sua Empresa

Não tenha a menor dúvida: chegou o momento de instalar um processo de inovação em sua empresa, seja em níveis mais rápidos, como na adoção de soluções de startups de sistemas, seja no desenvolvimento ou adaptação de soluções para otimização de seus processos.

Para isso te ajudamos com uma Consultoria em Inovação, cujo propósito é o de avaliar as necessidades de sua empresa e buscar, no mercado, as melhores soluções já oferecidas por startups existentes.

Entre em contato para começarmos já!

César NC Consultor em Inovação

 

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Quais Riscos Jurídicos Sua Empresa Passou a Correr Durante a Crise do Coronavirus?

Riscos Jurídicos de empresas afetadas pela crise do coronavirus

Sua empresa pode estar correndo riscos jurídicos adquiridos durante a crise do coronavirus, pelas decisões que tiveram de ser tomadas às pressas quando do início da quarentena.

Embora eu não seja um jurista, com a experiência acumulada ao longo de anos, tanto como empreendedor, como dando consultoria para empresas, e em conversas com advogados da área empresarial, eu sinceramente imagino que após o final das quarentenas e com a gradual retomada da economia, haverá uma verdadeira avalanche de ações judiciais, do estilo “todos contra todos”. Explico por quê.

A evolução da pandemia do coronavirus no Brasil foi exponencial. Algumas notícias em janeiro, fevereiro meio normal, com Carnaval e tudo mais.

OMS declara COVID-19 uma pandemia.

Apenas em 12.03, a OMS declarou o surto da COVID-19 uma pandemia, declaração que automaticamente dispara uma série de consequências em todo o planeta, envolvendo medidas até obrigatórias aos países em função de tratados internacionais assinados ao longo das décadas.

Já em 16.03, uma segunda-feira, as empresas brasileiras foram pegas de surpresa com a imposição de quarentena, particularmente no Estado de São Paulo, a partir da terça-feira da semana seguinte dia 24.03.

João Dória anuncia imposição de quarentena à população de São Paulo

Desta forma, as empresas tiveram pouquíssimo tempo para se planejarem minimamente para uma desaceleração nas vendas e uma queda rápida e brutal nos recebimentos.

Já em 16.03, alertei meus clientes sobre a necessidade IMEDIATA de preservação do fluxo de caixa, o que lhes rendeu uma semana de “fôlego” para pensar, pagar contas prioritárias e iniciarem renegociações de contas de fornecedores e até mesmo já programarem que contas seriam atrasadas em caso de uma parada completa das vendas.

Em 24.03, portanto há quase dois meses, houve o início da quarentena em São Paulo, que obrigou diversas micro e pequenas empresas a fecharem suas portas.

As poucas empresas que deram a “sorte” de serem consideradas de atividade essencial, puderam continuar operando, o que foi o caso de todos os meus clientes (também para minha sorte).

Mesmo tendo seus funcionamentos permitidos, as empresas consideradas essenciais tiveram uma fortíssima queda de faturamento. Em média de 50%, trazendo a operação para baixo do Ponto de Equilíbrio.

Riscos Jurídicos contraídos com a Crise

Embora todas as empresas tenham sofrido as consequências da crise, as empresas que ficaram sem receber vão querer receber. As que ficaram sem pagar, serão cobradas.

Riscos jurídicos na crise e quarentena do COVID-19

Atrasos de pagamentos não negociados, poderão resultar em ações judiciais de cobrança, execuções de contratos e por fim, execuções de cobrança envolvendo penhora de bens da empresa, dos sócios, seus avalistas e fiadores.

Perceba o potencial destrutivo de uma depressão econômica como a que estamos vivendo:

Empresários correm o risco de terem seus patrimônios dilacerados em consequência de decisões tomadas pelo Estado.

Empresas que tiveram suas receitas brutas reduzidas em 50%, a esta altura já devem ter acumulado dividas entre 100% e 120% do faturamento mensal, o que as coloca em uma posição difícil.

Uma extensão da quarentena ou até a adoção de lockdowns, elevariam este nível de endividamento a patamares impagáveis, não deixando muitas alternativas além de recuperação judicial, extrajudicial ou declaração de falência.

Ainda dá tempo para mitigar os Riscos Jurídicos?

Conciliações irão diminuir os riscos jurídicos de empresas afetadas pela crise do coronavirus

A boa notícia é que SIM. Há uma percepção entre advogados da área empresarial de que a melhor saída para todos os entes – credores, devedores e até a justiça – será a CONCILIAÇÃO.

Se sua empresa está acumulando dívidas com fornecedores, bancos e outras instituições, o melhor que tem a fazer é realizar negociações, preferencialmente com a assessoria de um advogado competente.

Explico: Termos de negociação deverá ser escritos com um bom embasamento jurídico, com considerações de leis e decretos vigentes à época, assim justificando por que sua empresa entrou em uma situação de inadimplência com seus fornecedores.

Acordos verbais hoje, podem se tornar pesadelos judiciais depois, quando os credores, cada vez mais nervoso também pela queda de rendimentos, lançarão mão de todas as medidas possíveis para reaver o que perderam.

Termos bem embasados juridicamente serão melhor considerados perante os juízes, que, por sua vez, deverão forçar acordos entre você e seus credores ao invés de ficarem como “responsáveis” por decisões extremas, que afetarão centenas ou milhares de empresas.

No plano de ação que eu e mais dois consultores criamos para a reestruturação de empresas afetadas pela crise do coronavirus, o Reestrutura Empresa, uma das ações é justamente a avaliação dos riscos jurídicos que a empresa passou a correr.

Neste plano, nós avaliamos todas as negociações já realizadas e as readequamos para um formato jurídico mais apropriado ao momento atual da economia.

Contas simplesmente não pagas, deverão ser conciliadas e documentadas junto aos credores, conferindo PROTEÇÃO JURÍDICA à sua empresa e seu patrimônio.

O Reestrutura Empresa também auxilia as empresas no planejamento estratégico pós-cris, saiba mais no vídeo abaixo:

Decisões Judiciais serão tomadas sem jurisprudência

Não há, nos últimos 103 anos, decisões judiciais no Brasil que tenham sido tomadas com base em uma circunstância de “pandemia”.

Desta forma, fica absolutamente imprevisível saber como será o entendimento de milhares de juízes de primeira instância para processos de cobrança judicial, cuja responsabilidade dos devedores devem ser ponderada.

Os “devedores do covid” são empresas e pessoas que entraram em situação financeira crítica não por serem incompetentes. Não pode serem maus gestores ou por terem tomado decisões erradas.

São empresários, trabalhadores, geradores de emprego e renda que foram submetidos autoritariamente, pelo ESTADO, a uma situação de fragilidade financeira.

Decisões autoritárias do Estado, que prejudicaram financeiramente os entes econômicos em um país democrático, colocarão o Brasil sob guerras judiciais que deverão durar pelas próximas décadas.

Proteja-se. Proteja seu patrimônio empresarial, pessoal e dos seus avalistas e fiadores.

 

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Conheça 3 Startups com Inovação Pronta para Sua Empresa

Uma empresa pode aumentar vendas e reduzir custos imediatamente, apenas com o uso de inovação de 3 startups que descrevo aqui.

Soluções de Startups para Inovação

Inúmeras soluções com base em inovação tecnológica estão surgindo no mundo todo. Startups estão sendo criadas e viabilizadas rapidamente no Brasil e já têm soluções de baixo custo e alta eficiência para praticamente todas as empresas.

De 2015 até 2019, o número de startups no país cresceu exponencialmente, passando de 4 mil para mais de 12 mil empresas, desenvolvendo sistemas online, dispositivos inteligentes, integração de recursos e revolucionando totalmente algumas áreas, como o agronegócio.

No último dia 11, a Petrobras em parceria com o Sebrae lançaram o Petrobras Conexões para Inovação. A iniciativa incentiva o desenvolvimento de startups e pequenas empresas inovadoras por meio de projetos de inovação, que receberão entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão de reais.

Hoje, quero destacar aqui 3 startups com soluções nas áreas de finanças e gestão, que podem (e devem) ser aplicadas imediatamente por empresas de qualquer tamanho.

Todas elas eu indico e implanto em meus clientes de consultoria, empresas que, por menor que sejam, se beneficiam de inovação com redução imediata de custos, aumento de organização e melhora substancial na gestão do fluxo de caixa.

Consultoria em inovação para empresas e startups

Também auxilio empresas a encontrarem soluções para seus problemas em startups já existentes e operacionais.

Então vamos lá…

1)- Startup de Antecipação de Recebíveis para melhora da saúde do fluxo de caixa

Antecipa Facil Startup Fintech

O Drama

Alguns micro e pequenos empresários se sentem mal por terem que realizar antecipações de recebíveis, que é um recurso absolutamente comum para empresas dos mais variados tamanhos.

Muitas vezes, o parcelamento da venda de um produto ou serviço é fator decisivo para fechar negócio. Clientes e consumidores muitas vezes preferem pagar mais caro parcelado do que mais barato à vista.

O brasileiro comum “enxerga” mais o valor da parcela do que o total a ser pago.

E os financeiros das empresas “enxergam” mais o comprometimento de caixa futuro do que o valor total a ser pago, muitas vezes.

A Solução

Desta forma, sua empresa vende mais se der mais opções de parcelamento, porém precisa pagar as contas que vende hoje. Como equacionar isso? Antecipando os valores destas parcelas, pagando uma taxa de desconto.

Por exemplo, você faz uma venda de R$ 12.000 reais em 3 parcelas de R$ 4.000 reais que irá receber apenas em 30, 60 e 90 dias.

Realizando a antecipação, você recebe, por exemplo, R$ 11.400 reais agora (pagando 5% à instituição) e já utiliza este dinheiro para girar seu negócio (repor estoques, pagar contas, salários,e tc).

Uma inovação trazida pela premiada startup Antecipa Fácil é a plataforma de “leilão de recebíveis”, que resulta em uma grande economia nas taxas de desconto de Contas a Receber.

Funciona assim:

  • você cadastra sua empresa na plataforma
  • submete as Notas Fiscais, cujos valores você quer antecipar
  • a plataforma avalia e valida as notas fiscais
  • as duplicatas destas notas entram em um “leilão online” e aparecem para instituições financeiras e investidores (os financiadores)
  • Estes financiadores enviam uma proposta online, propondo uma taxa de desconto e o valor líquido que vão te pagar.
  • Você recebe diversas propostas e escolhe a que tiver menor desconto e recebe o valor no mesmo dia.

Vantagens do sistema de leilão online de recebíveis:

  • Não burocrático. O processo é inteiramente online e rápido
  • Reduz custos, pois você recebe propostas de vários financiadores ao invés de ficar preso nas opções de antecipação de seu banco
  • Tira da sua vida a famosa “factoring” que te cobra 5% a.m. Ou mais
  • Ajuda sua empresa a equilibrar o fluxo de caixa, mantendo-a com boa capacidade de pagamento
  • Serve como um recurso ao qual sua empresa pode recorrer em casos imprevistos, que te forcem a realizar algum gasto não planejado (pagamento de rescisão, pagamentos judiciais, acidentes, manutenções não programadas, etc).

É importante que as empresas façam suas precificações já incluindo a taxa de desconto das antecipações.

No exemplo que eu dei, se você quiser receber os R$ 12.000 reais antecipando a 5%, o valor da venda deveria ser de R$ 12.640,00.

Muitas vezes estes R$ 640 a mais não são o problema na hora de fechar negócio.

2)- Startup Sistema de Gestão ERP

Tiny Sistema de Gestão ERP startup e inovação para empresas

Os sistemas ERP já são realidade há anos em empresas de médio e grande porte.

O Drama

Entretanto, no passado os ERPs eram desenvolvidos “sob demanda” e custavam verdadeiras fortunas e eram hospedados nos computadores das próprias empresas, agregando ainda mais custos de infraestrutura e recursos humanos capazes de manter os sistemas operando normalmente.

Os desenvolvimentos recentes de startups tornaram os sistemas de gestão extremamente baratos, alguns até gratuitos. Inovação beneficiando a todos.

A Solução

As exigências de emissão de Nota Fiscal Eletrônica estimularam os desenvolvedores que não só vieram com uma solução para emissão de nota, mas “embarcaram” toda a gestão da empresa em sistemas online.

Como estes sistemas tem capacidade de atender à milhares de empresas, o custo do desenvolvimento é diluído no tempo e você paga valores praticamente irrisórios para utilizar sistemas muito robustos.

Um dos meus sistemas favoritos, que já implantei em alguns clientes de consultoria é o Tiny ERP.

O Tiny ERP tem pacotes que iniciam com R$ 50,00 mensais para 1 usuário e vão até R$ 500,00 mensais para empresas com alto volume de pedidos.

O sistema é construído de forma modular. No ato da contratação ele já vem com diversos recursos, mas você pode agregar – sem custo – outras opções personalizadas.

O Tiny também tem disponibiliza inúmeras possibilidades de integração com outros sistemas, como força de vendas e lojas virtuais, deixando a gestão de sua empresa completamente organizada e com dados guardados na nuvem, reduzindo a necessidade de infraestrutura dentro da empresa.

De forma geral, o Tiny é construído para:

  • Gestão Comercial: Geração ou recebimento de pedidos de vendas, encaminhamento para produção, separação, expedição, faturamento, romaneio de entrega, emissão de NF-e, emissão de boletos, ordem de compras.
  • Gestão Financeira: Contas a Pagar geradas manualmente ou por entradas de notas fiscais com código de barras (ou importação de xml), Contas a Receber também com entrada manual ou gerada automaticamente na venda, conciliação bancária, fechamento de caixa, DRE, Fluxo de Caixa entre outros recursos
  • Gestão de Produção: Gestão de Estoques, matérias-primas, PCP
  • Administração Geral: Recursos Humanos, infraestrutura, manutenções, etc.
  • Emissão de Relatórios Gerenciais Completos, com opção de exportação em planilha de Excel que pode ser integrada com Dashboards e Ferramentas de Inteligência de Negócios (BI), como as que eu desenvolvo principalmente para a projeção de fluxo de caixa.

O “pesadelo” no momento de adotar um sistema ERP é a chamada “parametrização”. Nesta etapa você personaliza o sistema da forma que for mais adequada para sua empresa. o Tiny, porém, não requer grandes parametrizações, pois já vem com várias funções já parametrizadas, que podem ou não ser alteradas pelo cliente.

Na implantação, o sistema precisa ser alimentado com as informações atuais da empresa (cadastro de produtos, importação de cadastro de clientes, estoque atual, contas a pagar e receber, etc).

Além da organização da gestão da empresa, o uso de um sistema de gestão ERP reduz a necessidade de recursos humanos no administrativo, tendo impacto direto na redução da folha de pagamento.

3)- CRM gratuito – Gerenciamento do Relacionamento com Clientes

Sistema CRM gratuito Hubstop. Startup ajudando inovação em empresas

O Drama

Empresas que têm grandes volumes de pedidos ou que tem muitas solicitações de orçamento precisam de uma gestão de negócios eficientes, sob pena de perderem negócios que poderiam ter ganho.

Um exemplo que eu tenho é de uma empresa pequena de prestação de serviço, que me procurou para uma consultoria por terem um grande volume de solicitação de orçamentos via WhatsApp, provenientes do site da empresa, que por sua vez aparece nos resultados orgânicos do Google.

Qual o problema? O volume de pedidos era tão alto, que o responsável pela preparação e envio dos orçamentos e acompanhamento, fechamento simplesmente não conseguia dar conta.

A empresa perdia vários serviços simplesmente porque NÃO ENVIAVA orçamentos!

Esta é uma questão clássica do chamado “funil de vendas” ou pipeline de vendas, como alguns preferem.

O conceito do funil de vendas é que 100 empresas vão te solicitar orçamento, apenas 80 você tem capacidade técnica de atender, destas apenas 40 estão realmente interessadas em comprar agora e destas 40, você venderá para 10.

Ou seja, sua empresa (neste exemplo) precisa receber 100 solicitações para fechar 10 negócios, a chamada “conversão” aqui é de 10%.

A Solução

É possível aumentar a conversão do funil com o uso de um CRM, no qual você controla todos os clientes em todos os processos da venda de forma rápida, visual, simples de usar e disponível para compartilhamento com todas as áreas da empresa.

Para esta empresa eu implantei como inovação, o CRM HubSpot. O sistema disponibiliza inúmeras funções gratuitamente, mas gestões mais complexas podem ser contratadas.

Para pequenas e médias empresas os recursos gratuitos são suficientes para uma boa gestão de funil de vendas e relacionamento com clientes.

Algumas das principais funcionalidades:

  • Cadastro de clientes desde o primeiro contato
  • Criação e gerenciamento dos clientes em “etapas” da negociação, sejam leads, prospects, vendas em negociação, negócios fechados ou negócios perdidos.
  • Memória de informações sobre negócios fechados e – principalmente – dos negócios perdidos, que auxiliam os gestores a avaliar estratégias para reduzir o número de negócios perdidos
  • Programação de mensagens para os clientes
  • Programação de deadlines de cada cliente, seja para cobrança de pendências internas, como para envio e follow up com clientes.

Nesta semana vou implantar este sistema em uma empresa para a qual já implantei uma estratégia de marketing digital.

Isto é, a empresa começou a receber uma maior demanda de pedidos de orçamento e agora precisa gerenciar estes pedidos para fechar o maior número de negócios possível.

Ciclo Virtuoso: Empresas ganhando mais dinheiro com inovação

Veja como o ciclo se fecha aqui.

Startups ajudam empresas a reduzir custos com inovação

  • Uma estratégia de marketing digital que desenvolvi, resultou em um aumento dos pedidos de orçamento para a empresa.
  • Um sistema CRM é implantado para fazer a gestão destes orçamentos e resultou em mais vendas. Custo: ZERO
  • Um sistema ERP faz a gestão da empresa, que passará a ter maior volume de transações e de atividades. Custo: R$ 50 a R$ 100 reais
  • A antecipação de recebíveis garante dinheiro no caixa e a manutenção da saúde financeira da empresa. Custo: taxa de desconto reduzida.

Com baixíssimo custo uma empresa – seja micro, pequena ou média – pode estar no Século 21 da gestão empresarial, da inovação e no mundo das startups, com custos fixos enxutos, sem folha de pagamento exorbitante e dedicando tempo para o que interessa dentro da empresa ao invés de gastar tempo com processos ineficientes, papeladas, erros, retrabalhos e perdas de negócios.

Saiba mais sobre como podemos te ajudar em parcerias com startups acessando www.cesarnc.com.br/inovacao.

Bons Negócios!

 

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